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CONFERÊNCIAS 2007 I - OS BONS MOTIVOS PARA TRABALHAR SOBRE SI
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OS BONS MOTIVOS PARA TRABALHAR SOBRE SI

Autor: KARL BUNN *

Temos observado que apesar de todas as diretrizes dadas ao longo deste ano tem ocorrido uma grande confusão no tribunal da lei divina. Esta semana ficamos sabendo que no dia 27 choveram, apareceram milhares de cartas lá no tribunal da lei divina, e apesar de haver tantas cartas, o semblante dos Veneráveis Mestres ali presentes, era de desânimo, e sabem por quê?

Porque 90%, aproximadamente, das cartas, pediam coisas que nada tinham a ver com o resgate da sua alma; nada tinham a ver com negociações do karma. Essas cartas traziam pedidos para saúde, para outros benefícios, inclusive materiais.

Então, o semblante dos Veneráveis, era de desânimo, se podemos colocar em humanas palavras o ambiente ali reinante, porque um dia tão especial era desperdiçado com solicitações que não têm nada a ver com o propósito maior.

Não queremos com isso dizer que não se deve apelar à divindade pela saúde em favor de nossos semelhantes, em favor de nossos familiares até; claro que podemos, porém não nesse dia 27.

A Gnose ensina outros procedimentos para tratar, por exemplo, de problemas de saúde. Dentro da Gnose temos as cadeias de cura. Em todos os Lumisiais do mundo se fazem cadeias de cura, de força. Os pedidos de ajuda nesse sentido devem ser feitos aí especificamente.

Igualmente, existem as petições à Grande Mãe, que devem ser feitas diretamente a Ela em horários ou práticas específicas. Sendo que o dia 27 de cada mês é o dia voltado para cada um de nós tratar especificamente, com grande ênfase, do resgate da nossa alma.

Temos insistido nesse tema ao longo deste ano porque sabemos e vemos que os tempos se fecharam. Avisamos inclusive no último encontro nosso que as portas estariam abertas somente até o final deste ano; no ano que vem elas estariam fechadas, porém não à chaves no primeiro semestre, mas que no segundo semestre se fechariam definitivamente.

Por um lado é bom saber que milhares de pessoas têm feito chegar nos dias 27 seus pedidos, porém os pedidos não são os adequados. Temos que focar, agora mais do que nunca, naquilo que é o mais importante de tudo: O resgate da própria alma. As razões pelas quais devemos fazer esses apelos em prol de nossa salvação, do resgate de nossa alma, já foi amplamente explicado nas aulas e encontros anteriores; não há porque repetir aqui e agora.

O que queremos dizer é que nesses dias 27 aproveitem para fazer esses apelos especiais de negociações de karmas, de parcelamentos de pendências de vidas passadas, desta vida, pedir negociações e facilidades para avançar pelo caminho esotérico; isso é o mais importante de tudo.

Se nós não pedirmos pelo resgate de nossa alma, se não apelarmos para nossa própria salvação, quem irá fazer?

Outra coisa também que os Veneráveis Mestres comentaram acerca dessas cartas, até com certo desalento, é o seguinte: muitas pessoas, levadas por sentimentalismos, por emocionalismos, estão queimando seu capital cósmico apelando em favor de pessoas - ainda que familiares – imerecidamente; claro que eles vão cumprir os pedidos, não digo todos, porque existem os critérios da própria lei que não conhecemos. Porém, numa linguagem nossa, popular, para que todos entendam, é um desperdício usar as poucas moedas cósmicas que temos; levados por sentimentalismos, apelarmos em benefício de pessoas amigas, chegadas, talvez porque estão enfrentando uma situação difícil devido às escolhas erradas que fizeram.

Esse capital cósmico deveria ser empregado justamente no pagamento de nossas próprias dívidas, que não são poucas. Devemos, indiretamente, concluir que é mais prudente, mais inteligente, usar essas reservas para o próprio resgate.

Muitos fazem isso levado por um entendimento equivocado de caridade. Se alguém quer apelar em favor de outros, para aliviar os sofrimentos de outros, como temos dito aqui muitas vezes, façam Invocações à Grande Mãe Gaea . Aí sim, nessas cadeias, podemos e devemos implorar, pedir em favor daqueles que sofrem: de amigos, parentes. Este é o canal adequado: orar em favor dos outros.

O tribunal da lei cósmica é um tribunal que rege diretamente nossa vida, nossos atos, as conseqüências de nossos pensamentos e decisões. Junto ao tribunal da lei deveríamos todos nós focarmos acima de tudo os nossos próprios negócios.

Alguns não gostam dessa palavra “negócio”, porque não conseguem filtrar de sua mente as coisas aqui do mundo físico; porém é assim mesmo que se trata, diretamente. Se você deve, tem que pagar, negociar. Afinal é disso que temos falado nesses meses todos, e agora, cientes desse episódio, desse acontecimento do último dia 27, estamos voltando ao tema justamente para esclarecer, mais uma vez, sobre os canais devidos para fazer essas negociações.

Pedidos em favor de outros, utilizemos orações, apelemos à compaixão dos Buddhas, façamos a Cadeia com a Grande Mãe Gaea; e quando formos ao tribunal da lei divina, vamos tratar de nossas próprias dívidas, porque, repito: se não cuidarmos de nossas dívidas, se não nos apressarmos a fazer composições com a lei divina, pode ser que a porta se feche, e depois, ao bater, poderemos ouvir: "Não vos conheço!" - como está escrito no evangelho do Cristo.

Depois que a porta se fecha, dificilmente será aberta - mesmo que em vida tenhamos convivido ou orado em templos humanos. O senhor da casa dirá: "Não vos conheço!" Devemos refletir sobre isso tudo, meus amigos. Este é um alerta, um aviso. Bom que entendamos, reflitamos, meditemos sobre esses detalhes todos.

Buscaremos agora, nesta noite, focar alguns motivos, os bons motivos para trabalharmos sobre nós mesmos. Trabalhar sobre nós mesmos significa, neste momento, trabalhar para resgatar a própria alma, para salvar-se. Jesus falava da salvação da alma, as doutrinas sagradas ensinam, em outras palavras, em outros meios e métodos, também, cada qual, a liberar-se deste mundo, das leis deste mundo - o que se traduz como resgatar a própria alma.

Está é uma tarefa pessoal, intransferível; não se pode passar procuração; ninguém poderá trabalhar pelo resgate de nossa alma. Esse é um trabalho individual, pessoal, íntimo; a adesão é por conta pessoal. Nesse trabalho só se aceitam voluntários; aqui ninguém é contratado, assalariado. O único motivo pelo qual alguém se proporia a realizar esse trabalho é única e exclusivamente o seu interesse em salvar-se, resgatar a sua alma.

Muitos estudantes de Gnose podem estranhar que em vez de falar em auto-realização íntima, estamos falando em resgatar a alma. Meus caros amigos, é bom esclarecer que, a estas alturas, dificilmente alguém, chegando agora a este caminho, conseguirá se auto-realizar. Isso também já foi motivo de outras aulas através deste canal durante os meses deste ano 2007.

Por isso agora estamos focando especificamente a tarefa de resgatar a alma, de conseguir uma oportunidade para voltar a este mundo na idade de ouro. Porque se alguém não tomar essa iniciativa, não buscar um meio, e o único meio é negociar com os Senhores da lei, de se resgatar ou se salvar, não estará aqui na idade de ouro - e isso é certo.

Ninguém precisa acreditar no que estamos dizendo, porém afirmamos e confirmamos: aqueles que não tratarem de fazer esse trabalho sobre si agora, no tempo que nos resta, que é bem pouco, pouquíssimos anos, não estarão aqui na Idade de Ouro .

E onde estará ou permanecerá? Na melhor das hipóteses no Limbo, onde ficará 2.000 anos. O limbo é o primeiro círculo infernal; é aquilo que o cristianismo fala como a região para onde vão as almas que não foram batizadas.

O que é o batismo? O batismo é a Iniciação. Não existe outro batismo que nos livre do limbo, somente o batismo pela água e pelo fogo – e isso é a Iniciação.

Numa aula anterior falamos que o batismo pela água se dá na segunda iniciação de mistérios maiores e que o batismo do fogo se dá na sétima iniciação de mistérios maiores.

Temos, para evitar o limbo, que cumprir a segunda iniciação de mistérios maiores; excepcionalmente, agora, nesses tempos finais, considerando o estado crítico da humanidade atual, o estado de profunda degeneração de todos nessa época atual, está sendo dada uma condição especial para seguir a via iniciática. Qual é essa condição especial?

Fazer, com todo empenho, o mínimo de purificação ou a purificação necessária da sua aura, dos seus centros, dos seus chakras, de sua mente, para que, quando a catástrofe chegar, quando todos nós desencarnarmos, não importa o dia nem a hora, tendo feito essa purificação, reunido o mérito necessário para a salvação, seremos levados a um determinado local - e há muitos lugares na quarta dimensão para prosseguirmos com os trabalhos de purificação e eliminação dos defeitos.

Assim quando, daqui a quatro ou cinco séculos, a era de ouro, a nova humanidade de Aquário irromper, aparecer, começar a se formar neste planeta, aqui voltaremos já sem egos, sem os eus, para darmos prosseguimento a essa tarefa de auto-realização íntima. Essa auto-realização poderá se dar através da via dos Buddhas ou através da cristificação.

Isso de seguir a via dos Buddhas ou do Cristo é algo que não depende de cada um; é algo que depende da vontade do Pai de cada um. Ele decide se alguém vai chegar à via dos Buddhas, até o grau de Buddha, ou se seguirá pela via reta.

A nossa tarefa, aqui e agora, é reunirmos os requisitos necessários para termos esta possibilidade de seguir com o trabalho interior após nosso desencarne. Voltamos a reafirmar que aquele que não se ocupar, não se dedicar, não aproveitar este tempo para fazer e tratar de obter a purificação necessária - e quando falamos em purificação é evidente que falamos em eliminação de defeitos - no grau mínimo solicitado ou esperado, que permita renascer num desses paraísos moleculares que existem neste planeta na quarta dimensão, não poderá renascer ou permanecer lá por uma razão muito simples: seríamos expulsos porque não temos a luz necessária, a vibração, a sintonia necessária para ali permanecermos.

Daí a ênfase que estamos dando ao trabalho de purificação, e deixamos para um segundo nível a questão delicada da auto-realização íntima. A auto-realização íntima já não é mais possível agora, porque os tempos se fecharam. Mesmo os casos especiais de alguns boddhisattwas não os levarão mais à auto-realização, apenas ao resgate ou a alguns dos graus de fogo, o suficiente para garantir seu retorno na Era de Ouro. Aqueles que tinham que se auto-realizar, já se auto-realizaram, e com isso, não queremos dizer que não possa haver algum caso ainda excepcional que não possa pelo menos alcançar o grau de Arhat e até mesmo de Buddha, que é a conclusão da terceira iniciação de mistérios maiores ou da quarta, respectivamente.

Para isso, ainda dá tempo, especialmente para aqueles que possuem os corpos solares e que precisam agora tão só cuidar da purificação da sua mente, dos seus centros. Isso não significa que alguém sincero, devotado, que com toda a sua força de alma anela, busca e trabalha pela salvação ou pelo resgate, não seja salvo; não, ninguém nessas condições será deixado para trás. Mas é claro que o interessado deve fazer a sua parte.

Aqueles que não têm dado a nota-chave, aqueles que acham que na última hora vão dar um jeito, como é muito comum aqui em nosso país (Brasil), sinto muito decepcioná-los, mas temos o solene e sagrado dever de avisar que estão se condenando. Não somos nem queremos ser profetas do apocalipse, nem queremos criar o terror. Os inimigos da Gnose dizem que a Gnose Samaeliana é uma doutrina do medo, do terror, e que para sobrevivermos, necessitamos apavorar as pessoas. Permitam-me dizer, esclarecer e afirmar que, efetivamente, o terror existe para os Demônios Vermelhos de Seth que vivem dentro de nós.

É claro e evidente que os demônios internos de cada um, nossos bichos, nossos animais, não querem morrer, e são eles que falam através da boca das pessoas, dizendo, então, que a Gnose é a doutrina do terror, do medo, do pavor.

A Gnose, e isso nunca foi escondido, é a doutrina da aniquilação egóica. O que propõe o Buddhismo, em última análise, senão a eliminação, o aniquilamento de todos os agregados psicológicos? Muitos fogem da gnose para esse “Buddhismo pop” porque acreditam que lá não sentirão medo, porque lá ninguém lhes incentivará, perguntará, "cobrará" no bom sentido, a morte de seus defeitos.

A quem esses estão querendo enganar? A verdade é que não querem morrer em si mesmos, não querem eliminar os elementos agregados ao longo da vida ou das vidas; a verdade é que esses demônios, criaturas, venenos, querem seguir permeando, vivendo, permanecendo na mente de cada um desses que falam que a Gnose é a doutrina do terror.

Esclarecemos: efetivamente a gnose é o terror dos demônios que vivem na mente de cada um de nós, sem dúvida nenhuma, mas não há outro caminho. O que existe agora, como temos dito, e voltaremos a focar insistentemente neste ano, neste segundo semestre de 2007, é justamente a questão, a importância de trabalhar, de se empenhar no resgate de sua própria alma.

A disciplina para isso já foi dada; quem não faz práticas diariamente, é evidente que não vai se purificar. Aqueles que não fazem meditação, não trabalham sobre si, é claro que não vão conseguir reunir as condições mínimas de purificação.

Podem até alimentar a esperança tola de salvar-se, mas é um engano, porque estamos aqui neste mundo há milhares ou milhões de anos até, estamos todos cumprindo os últimos ciclos de existência, nos aproximamos das últimas vidas do ciclo de 108. O Juízo final chegou; todos os atos, todos os karmas passados são trazido a valor presente; há uma atualização monetária em nossas dívidas.

É por isso que temos insistido neste tema porque assim somos orientados a levar a todos esses recado, essa mensagem, e aproveitar para fazer boas negociações com a lei divina agora. É claro que toda negociação precisa ser paga. Como é que alguém paga isso? Praticando a disciplina que a grande maioria aqui já conhece e aqueles que não conhecem têm pouco tempo para conhecer; diria até que o tempo da filosofia, da teoria, de passar uma carga imensa de informação aos que chegam agora já passou.

Agora temos que levar adiante trabalhos concretos e praticar. Aqui temos falado muito da conduta reta. A conduta reta é a prática síntese de todo sistema gnóstico de vida, de toda disciplina iniciática gnóstica, porque todo aquele que se propõe a viver retamente vai se deparar com os obstáculos que impedem uma conduta reta durante o dia.

Cada impedimento, cada fator de impedimento de uma conduta reta precisa ser analisado, estudado em meditações, reflexões, auto-análises, em auto-estudo concentrado, buscando com isso a compreensão, e uma vez compreendido, levar, solicitar, pedir, rogar à Grande Mãe Morte que elimine esse defeito.

Ela elimina esse defeito, acreditem, saibam disso; isso ocorre; é fato. Muitos perguntam: mas como sei que um defeito foi eliminado? É muito simples: se um defeito desaparece e nunca mais se expressa em nosso dia a dia é porque foi eliminado; onde mais estaria? Será que tirou férias, viajou? Não, meus amigos, se ele não se expressa mais no dia a dia, ele foi eliminado; a Mãe Morte eliminou; então, não vamos fazer disso um problema.

Vamos ser mais simples, mais descomplicados, ou menos complicados. Neste momento, neste ano 2007, ou seja, aquele interessado sério, deveras interessado em trabalhar sobre si, estão recebendo ajuda extra, apoio extraordinário.

Infelizmente não podemos mostrar nem dar a conhecer aquelas pessoas que efetivamente têm recebido esse benefício, e que em tempos bem curtos avançaram muito por este caminho. Mas todas elas foram pessoas que realmente acreditaram que isso era possível; se dedicaram a fazer as práticas; confiaram na lei divina e na ajuda dos Mestres, pessoas que realmente apelaram para a compaixão dos Buddhas.

Esses foram agraciados com purificações muito rápidas; como disse, não temos autorização para dar a conhecer essas pessoas, e são várias; muitas estão chegando ainda, muitos chegarão neste segundo semestre e em 2008 também. Porque cada vez mais as almas, as consciências, que são as pessoas, estão percebendo que em muitos lugares apenas ensinam teoria, ninguém ensina prática, ninguém lhes dá uma meta concreta de vida, ou seja, o que é preciso fazer para se auto-realizar e que se resume a esta questão: O que preciso fazer para me purificar aqui e agora no decorrer desse tempo que me resta?

Porém, se ainda assim, recebendo instrução direta, técnicas, exercícios, não as colocamos em prática, é evidente que não há como ajudar; não tem como um Mestre fazer algo em nosso favor se não fazemos nossa parte, e aqui voltamos à questão fundamental do dia de hoje, desta aula. Somente cada um de nós pode trabalhar pelo resgate de sua alma. Os Mestres, os Buddhas do Nirvana, a Grande Mãe, o Senhor Anúbis, a Lei Divina todos estão mobilizados e interessados em nos apoiar e nos apóiam de fato, efetivamente, na condição de nós nos tornamos sérios, profundos, e fazermos nossa parte.

Nem estamos falando mais aqui em oito ou dez horas de práticas todos os dias; nem temos mais falado de quatro, cinco, seis horas de práticas todos os dias; estamos falando ultimamente em duas, três horas de prática todos os dias e viver a conduta reta.

Se não fizermos o mínimo que seja, que esperança podemos ter de apoio? Nessa disciplina mínima ou na disciplina que virmos a escolher para nós mesmos - e temos dito aqui que cada qual faz sua própria disciplina, faz seu programa de atividades esotéricas diárias - isso envolve renúncia.

Temos que sacrificar horas de lazer; se somos escravos do trabalho, se trabalhamos quatorze, quinze, dezesseis horas por dia temos que fazer uma escolha. Alguns escolheram o caminho do afundamento porque não deram ouvidos à necessidade de fazer efetivamente essa escolha; continuam trabalhando dezoito, dezesseis, quatorze horas por dia.

É claro que ao chegar em casa desabam na cama como uma pedra; não têm mais forças para fazer nenhuma prática esotérica. Cederam toda a sua vitalidade, toda sua energia a Mamon - o deus do dinheiro, o deus materialista, que impera neste mundo.

Não precisa ser clarividente para perceber o que acontece aí, nem qual será o desfecho disso tudo porque tudo é muito simples. Quem não tem trabalho, quem não faz trabalho, como pode ser resgatado?

Bem verdade que existe correndo solto pelo mundo fantasias estapafúrdias, do tipo: milhões de naves surgirão no espaço para resgatar maciçamente essa humanidade. São fantasias. Já explicamos em outras reuniões, aulas e conferências a raiz, a origem dessas fantasias todas, desses "comandantes estelares". Esses comandantes são Tulpas, Egrégoras, Demônios, criados pelo poder da mente do inconsciente coletivo das pessoas.

Quem se prende a essas fantasias, relaxa no seu trabalho ou nem faz trabalho algum; acredita que realmente será resgatado na hora final. Muito cuidado, despertem enquanto há tempo. Cada um de nós precisa fazer o seu próprio trabalho. Isso é tão óbvio, tão simples como cada qual tomar banho todos os dias - e se não tomar banho todos os dias, vai exalar odores do seu corpo, vai espantar, agredir as pessoas com seu mau cheiro.

Quem não faz trabalho sobre si emana odores fétidos. É por isso que temos que trabalhar na purificação de nossa alma e da nossa mente para que ela tenha a luz necessária para penetrar e se manter nestas regiões moleculares que chamamos de “ilhas”, para onde iremos, aqueles que forem resgatados é claro, uma vez que ocorra o desencarne quando a hora final chegar.

Portanto o trabalho é individual, não existem trabalhos coletivos; existe como grupo, comunidade, instituição, como realizar trabalhos em prol da humanidade como faz qualquer instituição de caridade. Agora, esse trabalho sobre si, é individual; cada qual faz, deve fazer ou não faz.

Pois bem, meus amigos, era isso o que tínhamos a comentar na noite de hoje e ficamos agora à disposição para os questionamentos que quiserem apresentar para ampliar o tema de hoje, que é básico e fundamental, mas de extrema importância, considerando o momento atual da humanidade.


Perguntas

P: O que você diria das pessoas que largam tudo para se dedicarem exclusivamente a si mesma?

R: Que vão fracassar! É tudo que eu diria, digo e direi: vão fracassar - porque não é essa a maneira de fazer o trabalho. Se alguém, efetivamente, tivesse mérito para "recolher-se", e não estou aqui dizendo para fugir do mundo, então esse “recolher-se”, na verdade, é trabalhar profissionalmente pouco, o suficiente para se manter ativo, e utilizar o tempo para fazer práticas esotéricas. Isso ajuda muito, sem dúvida. Ajuda de um lado, mas por outro lado, como sempre ensinou e insistia o Mestre Samael, faltaria o ginásio. Alguém que se refugia na caverna, achando que com isso terá possibilidade de fazer um trabalho superior, engana-se. O trabalho superior se dá no ginásio da vida. Como? Enfrentando os próprios demônios na lide diária, e os demônios de nossos semelhantes mantendo-se sereno. Essa é a maior ajuda que podemos receber. Quando falei aqui de longas e largas jornadas é porque efetivamente se alguém trabalha quatorze, quinze, dezesseis horas por dia, se alguém sai muito cedo de casa para ir ao trabalho depois vai à aula, volta tarde da noite, dorme poucas horas e mal, e no dia seguinte retoma essa atividade, nem tenho que dizer nada; é uma escolha pessoal, e respeitamos as escolhas pessoais, mas, dificilmente, poderá conquistar algum grau, avanço, progredir nesse caminho, porque simplesmente sugam toda a sua vitalidade, energia. Não estamos aqui aconselhando largar tudo e ir para a caverna ou para a ilha; não nesse sentido. Agora, o que podemos fazer, e eu conheço pessoas que fizeram e fazem isso, em vez de trabalhar largas horas por dia, aceitaram ganhar bem menos, só o suficiente para viver e se manter, e passaram a trabalhar esotericamente quatro, cinco ou seis horas por dia; aí sobra tempo. Mas, se não tiverem a disciplina para levarem adiante um sistema de práticas esotéricas, fracassarão também; então, é preciso ter uma ação integrada, madura, amadurecida, saber o que quer e trabalhar, levar adiante isso.

P: No final de um dia deve se analisar as manifestações de todos os eus ou somente daqueles que estamos querendo eliminar?
R: Bem, meu amigo, ao final de um dia, durante pelo menos uma hora, em meditação, devemos rever todos os eus, na medida do possível, é claro; até onde alcançarmos, analisando os eus que se manifestaram durante o dia, começando por aqueles que foram mais veementes, aqueles que tiveram uma expressa mais intensa, aqueles que nos tiraram da serenidade, aqueles que nos desequilibraram. Devemos aprender a observar esses defeitos pela retrospecção; devemos ver como um filme, como espectador numa sala de cinema, sem se envolver com os processos acontecidos, e assim, então, de reflexão em reflexão, de análise em análise, diariamente, ao cabo de alguns dias, semanas, vamos nos tornando conhecedores de nós mesmos, identificando lugares comuns, mecanicidades, recorrências, e com isso, então, podemos, sim, tratar de eliminar, compreender a ação e eliminar a atuação destes mesmos personagens.

P: Como enviamos cartas para o tribunal do karma?
R: Bem, existe uma conferência sobre isso, e existe inclusive um CD em nosso site http://www.gnose.org.br/lojavirtual.asp que cada um pode adquirir onde se ensina amplamente as negociações com o tribunal da lei. Para uma orientação rápida temos textos em nosso site falando disso também, e aqueles que, por alguma razão, não se sentirem confiantes ou à vontade em enviar cartas para o tribunal da lei, escrevam-nos essas cartas de próprio punho e ponham num envelope dentro de outro envelope, e enviem para nós aqui na Igreja Gnóstica, que nos dias 27 fazemos esse trabalho ritualístico, de magia.

P: Pelo que entendo pessoas estão realizando o trabalho interno, porém ainda falta muito para a eliminação dos egos plenamente!
R: Bem, meu amigo, a eliminação de um defeito, sempre temos dito aqui, não depende de nós. A eliminação de um defeito depende da lei divina e de nossa Mãe Divina; ela elimina nossos defeitos na proporção de nosso trabalho. A Mãe Divina nunca elimina um defeito de uma única vez; por exemplo, a luxúria é um defeito que é conformado aproximadamente por uns dois mil egos; desses dois mil, uns quinhentos, se você pegar lápis e papel e se der ao trabalho de escrever durante uma ou duas horas, vai se lembrar desses quinhentos só de memória de casos ocorrido com luxúria na sua vida. Falamos genericamente a luxúria; mas faça o mesmo com a ira ou a vaidade; porém cada um desses defeitos é conformado por centenas de eus. Então, o que a Mãe Divina elimina? Ela elimina pequenos grupos de eus, os quais foram identificados, analisados, estudados e compreendidos. O defeito final morre e desaparece por si só em função da morte parcial e lenta que se pede dia após dia, seguindo-se essa didática: identificar o defeito, analisar o defeito, estudar esse defeito para conseguir entendimento, para que a compreensão se faça. Depois que se compreende, que se dá conta, aí vem o propósito de emenda ou isso que chamamos de arrependimento. Muitos dizem que não precisa arrependimento; perdoem-me, mas estão dizendo bobagem; estão dizendo o que não conhecem; estão repetindo teorias que não compreenderam nem praticam; por isso repetem que nem papagaio. Se não há esse “dar-se conta”, se não há esse arrependimento, não há eliminação. O que muitos fazem aí é programação mental, é hipnotismo, frase repetida: "Mãe, elimina esse defeito, Mãe, elimina esse defeito, Mãe, elimina esse defeito". Tem gente até que usa maquininha de calcular para ver quantas vezes fez esse pedido [mecânico] durante o dia. Este é um exemplo claro de um trabalho mal feito, mecânico, superficial, que não altera nada, apenas gera hipnotismo; o defeito continua ali dentro. Tanto isso é verdade que todos esses que usam maquininha de contar defeito, à noite, em sonhos, são traídos; eles podem não admitir isso publicamente porque é uma questão muito íntima e pessoal. Nem estamos aqui para cobrar esse tipo de coisa; só estamos colocando isso para que cada qual, no íntimo de si mesmo, seja honesto e perceba o processo equivocado em que eventualmente se meteu. Estamos falando aqui daquela didática concreta que o Mestre Samael ensinou: "defeito identificado é defeito eliminado" dizia o Mestre, em resumo, porque quando alguém identifica um defeito, pressupõe-se que ele vai analisar, estudar, compreender, dar-se conta do erro, arrepender-se e invocar a Mãe Morte, a Mãe Divina, para que ela elimine, porque não tem mais a intenção de continuar repetindo esse defeito. Se não houver arrependimento e houver repetição do mesmo defeito, algo falhou. A eliminação vai se dando por partes; por isso mesmo falamos há pouco: Ao final do dia devemos fazer uma meditação mais ou menos de uma hora fazendo análise serena, reflexiva, contemplativa, desses grupos de egos que se expressaram durante o dia com intensidade maior. Gradativamente, com paciência, iremos superar esse obstáculo; confiem!

P: O termo “atenção plena” dos buddhistas é o mesmo que auto-observação gnóstica?
R: Particularmente entendo “atenção plena” como “auto-observação” - só que, muitas vezes, inadvertidamente, a pessoa, nós, em vez de praticarmos atenção plena, praticamos repetição plena da mente. A atenção é a consciência; onde estiver nossa atenção ali estará nossa consciência - porque a atenção é a nossa consciência. Na prática, temos observado e identificado, também, que até a forma como algumas escolas do Buddhismo ensinam a atenção plena, não passa de repetição mental do tipo: estou estendendo a mão, estou esticando o dedo, estou segurando a xícara, estou trazendo a xícara para mim... Se ele repetir isso apenas mentalmente, a consciência pode estar ausente; há que se ter a sensibilidade para diferenciar e perceber claramente o que é atenção, o que é consciência, e o que é mente, que facilmente se mascara de consciência também, principalmente quando estamos distraídos. É muito fácil perceber isso: se alguém está repetindo alguma coisa pra si mesmo: estou andando, estou caminhando, pulando, mas ao mesmo tempo está imaginando o cheque que soltou, que é pré-datado, ou o compromisso que vai ter amanha, ou algo que ocorreu no escritório, aí está a prova que não há consciência; está havendo tagarelice mental em cima disso que ele acredita ser atenção plena, mas que não é. Não passa de mente plena, poderia colocar assim só para contrastar e explicar didaticamente o que ocorre. Por isso que nós aqui utilizamos a expressão “atenção plena” porque entendemos efetivamente o que significa estar “atento plenamente” e porque também percebemos claramente a atuação da mente. Agora, será que todos conseguem fazer isso? Se fizerem e conseguirem fazer, ótimo! É assim que se vive e se pratica. Mas, se repetimos algo, e nosso pensamento está distante daquilo que estamos fazendo, não existe atenção plena, é simples assim.

P: Em orações que envolvem pedidos à Mãe Divina e à Grande Mãe Gaea, estas duas devem ser consideradas como divindades distintas?
R: Sim, são distintas! Mas o que é universo senão a variedade na unidade?! A Grande Mãe é a mãe de todas as mães. Ela é individual e ao mesmo tempo ela é a síntese de todas as mães. Você tem a sua Mãe Divina particular e é a ela que você direcionar, dirigir suas petições de morte. Quando você trabalhar com a Grande Mãe Gaea você está dirigindo suas orações, seus pedidos, à Grande Mãe do mundo, à mãe de todas as mães, à Ísis cósmica! No fundo profundo da Vida, a Grande Mãe é todas as Mães individuais [como o corpo humano é feito de incontáveis unidades celulares...

P: O Senhor Buddha nos fala que devemos ter quatro objetos para a prática da atenção plena: o corpo, as sensações, a mente e os objetos da mente, como seria isso?
R: Eu acredito que se você pensar sobre o que você efetivamente está fazendo, você não fará; porque se o malabarista que tem três bastões girando no ar pensar no que está fazendo, vai deixar cair um dos bastões e vai falhar no processo. Se quiser jogar com quatro objetos ao mesmo tempo, utilizando a mente vamos falhar. Até porque o corpo e as sensações não têm diferença: as sensações se dão através do corpo; as sensações são alterações psíquicas ou fenômenos psíquicos que se dão única e exclusivamente porque temos um corpo e este corpo tem cinco sentidos. Como na divisão da atenção da Gnose, "quem sou, onde estou, que faço?", o corpo transmite sensações através dos cinco sentidos. Como se vai captar isso? Só conheço uma maneira de se fazer isso: através do relaxamento da mente; eu não penso nisso porque se pensar não faço. O estado mental para se fazer isso é o que denominamos de “contemplação”. No estado contemplativo você não raciocina, não compara, não analisa; simplesmente percebe, nada mais; se houver algo mais do que a percepção serena não está havendo estado contemplativo; está havendo estado analítico, comparativo, que é típico da mente. Quem está em relaxamento profundo, em estado contemplativo, não precisa pensar; simplesmente sabe. Saber e pensar são naturezas distintas.

P: Tenho percebido, e isso está bem claro por aí, que as pessoas das cidades, das áreas urbanas, formam como que um barril de pólvora pronto para explodir, e isso é um grande obstáculo para quem anela executar um trabalho sério interno. Seria uma boa saída passarmos a habitar regiões mais afastadas dos grandes centros urbanos?
R: Se você tiver essa escolha, se teu Pai te der essa permissão, se a lei divina te autorizar, faça isso. O que eu posso dizer a você é que muitas pessoas que moram noutras cidades projetam o seu futuro, por exemplo, vindo morar em Curitiba para fazer parte aqui da Escola Gnóstica. Nós temos desestimulado esse tipo de sonho porque sabemos que é só uma projeção da mente. As condições de trabalho estão onde nós estamos; se alguém projeta felicidade aqui na Igreja Gnóstica vai se decepcionar, porque aqui é uma casa de madeira simples; as pessoas que aqui vivem e participam das atividades são pessoas absolutamente comuns, e especialmente, se alguém chega aqui com idéias fantasiosas a respeito de instrutores ou de escolas iniciáticas, vai se decepcionar; vai ficar um mês ou dois, e vai sair daqui sentindo-se enganado, sendo que jamais prometemos coisa nenhuma. O Mestre Samael dizia: "não venham aqui ao México; aqui vocês encontrarão apenas um chefe de família que acompanha sua esposa ao supermercado; estudem meus livros, minha doutrina; não percam seu tempo vindo aqui ver um chefe de família". Algumas pessoas, a quem temos acompanhado seus processos, inclusive, quiseram tomar a decisão, a iniciativa, de vir morar em Curitiba; e a lei divina simplesmente disse Não. Ainda bem que são pessoas com consciência suficiente para saber disso e obedecer. Porque não é estando aqui ou numa cidade menor, como você fala, que ali se darão as condições adequadas; agora, você tem que achar o teu caminho. Porque como diz no evangelho: "se teu olho é impedimento para você entrar no reino, arranque-o fora porque é preferível chegar caolho no reino dos céus do que não entrar. Se tua perna, teu braço, é motivo de impedimento para você entrar no reino dos céus, corte-o porque é preferível chegar coxo ou maneta ao paraíso do que não chegar". Assim falava o grande Mestre Jeshua Ben Pandirá através de parábolas no seu tempo; imagino que você compreenda o que estamos dizendo aqui e agora.

P: Quando identificamos um vínculo kármico com outra pessoa e recorremos ao tribunal da lei, podemos pedir por ambos, por nós e pela outra pessoa, para que sejam rompidos esses vínculos e laços?
R: Sim, minha amiga, é o seguinte: se você identifica lastros você tem o direito de ir ao tribunal da lei divina pedir que sejam cortados os teus laços com pessoas, escolas, pactos, atividades que eventualmente você tenha feito nesta vida ou nas vidas anteriores.
Isso temos orientado a muitas pessoas aqui porque muitas pessoas que chegam à escola vem com passagens em determinados locais que literalmente as amarrou e as impede de qualquer avanço. Primeira coisa que dizemos a essas pessoas é: vá e negocie com o Senhor Anúbis o rompimento de todos esses vínculos; depois, volte aqui novamente e então passaremos a te orientar.

P: Você falou que poderemos conquistar o direito de "renascer" na quarta dimensão; isso significa, que os que forem resgatados renascerão na quarta dimensão, adquirindo outro corpo, nascendo em outra família?
R: Sim, meu amigo, você vai renascer na quarta dimensão, não importa se você terá um corpo como você o imagina aqui. Na quarta dimensão existe corpo físico, porém é um corpo físico de uma natureza distinta da natureza do corpo biológico que existe aqui na superfície do planeta na terceira dimensão. Não confundamos e nem mesclemos corpo físico com dimensão física. Em todas as dimensões existem corpos físicos, até os Deuses possuem corpos físicos na respectiva dimensão em que vivem e é com aquele corpo físico que eles podem tomar uma nave espacial, como por exemplo, os venusianos que moram na quinta dimensão e lá tem corpo físico, tomam uma nave espacial lá e podem se materializar aqui em nosso mundo físico e tomar um café, um chá na nossa própria casa. E se nós com esse atual corpo físico formos convidados por eles a embarcar, subir, entrar dentro dessa nave e esta nave regressar ao mundo da quinta dimensão, este corpo físico estará na quinta dimensão e comerá os alimentos que lá existem e respirará o ar, a atmosfera, que existe na quinta dimensão. É uma sutileza que me surpreendeu quando tomei consciência disso, de que 99% dos estudantes de Gnose no mundo confundem corpo físico com terceira dimensão; vamos separar as coisas. Oxalá tenha me feito entender com essa breve explicação!

P: Devemos identificar os egos durante o dia ou apenas durante a meditação a noite?
R: Durante o dia devemos permanecer alertas como gato que vai caçar passarinhos. Isso é atenção plena, é auto-observação, não esquecimento de si mesmo; porque se você não estiver atento durante o dia, à noite vai se lembrar do quê na hora da meditação? Compreenda: é um sistema, são as duas as coisas que devemos praticar permanentemente. Durante o dia, estado de alerta, atenção plena, para não permitir a livre expressão dos demônios dentro de nós; e à noite, nos exercícios de retrospecção, como temos gravado na memória trabalho todos os eventos do dia, porque estivemos atentos a nós mesmo durante o dia, a meditação torna-se um exercício reflexivo, como disse antes. É como ir a uma sala de cinema assistir o filme que foi gravado durante o dia, em estado contemplativo, passivo, reflexivo; vamos analisar nossa conduta com olhos de autocrítica, aplicando-se o bisturi da auto-crítica, como dizia o Mestre.

P: Como posso saber se já possuo um corpo solar?
R: Só tem duas maneiras: ou você desperta a consciência e sabe diretamente ou alguém desperto digo isso a você. As duas coisas dependem de méritos e além disso, mesmo que alguém diga, como você irá saber se o que ele diz é verdade?


O texto acima é cópia integral, (modificada a pontuação e feitas algumas alterações para dar o formato de texto), de uma conferência ditada por Karl Bunn, presidente da Igreja Gnóstica do Brasil – www.gnose.org.br – realizada ao vivo dia 03.07.2007, por intermédio do programa Paltalk, via Internet. Equipe: Transcrição de texto: Mariana Cunha. Revisado pelo próprio autor.

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