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CONFERÊNCIAS 2007 I - PRÁTICAS GNÓSTICAS PARA A RETA FINAL
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PRÁTICAS GNÓSTICAS PARA A RETA FINAL

Autor: Karl Bunn *

O tema de hoje é Práticas Gnósticas para a Reta Final.

Muitas pessoas têm nos escrito porque sentem dificuldades de encontrar reunido num único lugar ou espaço um conjunto de práticas adequadas ou indicadas para esta reta final.

Aqueles que estão conosco há mais tempo já sabem que desde janeiro deste ano [2007] estamos alertando sobre o final dos tempos, Estes dias agora, especialmente nesta última semana, fomos inteirados ou informados que os tempos estão correndo bem mais rápido do que quando no início do ano anunciávamos isso.

Determinados eventos que se projetava para 2010, talvez se precipitem já para 2009. Por conseguinte, corroborando o que já anunciávamos aqui, 2007 é o último ano para nos definirmos. Neste preciso momento a Sala de Justiça, onde são feitos os julgamentos, a sala do Senhor Anúbis, está cheia de pessoas que já foram desencarnadas, embora o corpo físico dessas pessoas ainda siga vivendo aqui na superfície do planeta.

Em outras palavras, estamos aqui falando do fenômeno das "casas vazias". A alma dessas pessoas é desencarnada, levada à julgamento mas o corpo permanece aqui, como um número, como uma personalidade vagante, até que seu tempo termine ou o tempo se cumpra aqui na superfície do planeta.

É fato que a Sala de Justiça está cheia de pessoas que desencarnam dia após dia. Os Anjos da Morte estão extremamente ativos este ano; milhares estão sendo desencarnados nestes momentos. Para nós aqui, que somos adormecidos, que vivemos na superfície do planeta, aparentemente a vida segue igual; não nos damos conta do que está ocorrendo internamente.

Tudo aquilo que avisávamos, se já o fazíamos com certa gravidade, dizemos hoje, 22 de maio de 2007, que se tornou ainda mais grave a situação, e é por isso, então, que não temos como deixar de, novamente, registrar aqui o apelo no sentido de aqueles que efetivamente estão interessados em salvar sua alma, que se apressem, que cumpram aquilo que tem sido orientado desde o início do ano em nossas aulas anteriores [todas elas disponíveis em nosso site www.gnose.org.br ]

Quase todas essas aulas anteriores já foram transcritas, graças a um trabalho voluntário de uma irmãzinha, que tem nos acompanhado aqui neste ano. Na verdade, já desde anos anteriores, muitos anos anteriores, mas que se prontificou a fazer essas transcrições que ora você está lendo.

Temos - ou nos sentimos - nesta noite, motivados pela situação urgente e premente de fazer uma nova exortação, no sentido de acordar ou tentar deixar um registro para que todos que venham a ouvir isso, acordem, despertem para a gravidade do momento atual.

Mencionamos também, em outras oportunidades, que está havendo, neste exato momento já esta ocorrendo, muitas batalhas no mundo astral. Todos os dias pessoas nos escrevem relatando suas experiências onde se vêem frente a frente em combate com criaturas horrorosas, terríveis, feias, apavorantes.

Pois esses entes bestiais, que se apresentam no sonho das pessoas, não são apenas seus egos. Agora há um fator novo: existem os magos negros e tulpas, soltos e atacando, especialmente, aquelas almas com possibilidades de resgate; temos orientado a essas pessoas que nos escrevem relatando essas experiências, que se fortaleçam na oração, nas virtudes, na conduta reta e nas práticas místicas que temos orientado, dado, explicado nessas aulas anteriores e que vocês podem então resgatar, baixar em nosso site, especialmente aqueles sistemas contidos no Bhakti Yoga, no Karma Yoga, nas Paramitas e em muitas outras aulas dadas anteriormente, não só neste ano 2007, mas desde 2005, através deste canal.

A situação realmente é de se decidir definitivamente, fazer uma escolha, uma opção. Se não escolhermos nada, a Lei escolherá - e poderemos tombar vítima dos ataques desses tenebrosos que estão movendo uma luta feroz. Está havendo, realmente, uma situação muito parecida como aquela que ocorreu no ano 1950.

Este é um ano de decisões! É o ano em que nós temos que nos fortalecer nas virtudes. Temos que nos fortalecer nas práticas, decidir pelo caminho da luz definitivamente. Falamos aqui, inclusive está disponível no site, em uma aula, sobre os fenômenos da falsa consciência e também dos falsos Mestres.

Sugerimos que voltem a ouvir essa aula; meditem e façam reflexões acerca da realidade de tudo isso. O que noto na prática, observando o estudantado gnóstico de um modo geral, é que parece que as palavras que dizemos, não só aqui neste canal, porque esse é um instrumento de apoio, mas especialmente nos seminários que realizamos pelo Brasil, que, terminado o seminário, um, dois ou três dias depois, a vida cai naquela pasmaceira de sempre, volta-se ao fundo da vala.

Sabemos bem como é difícil manter uma disciplina esotérica gnóstica na época atual, porém, ao mesmo tempo, sabemos que não há alternativas. Há um mínimo de trabalho prático que temos que cumprir. Agora, o grave nisso tudo, é que percebemos as pessoas continuarem suas vidas num estado hipnótico, anestesiadas; não há força, aparentemente, que as despertem dessa letargia. A esses, que não conseguem decidir uma prioridade em sua vida, que não conseguem criar e manter para si mesmo uma rotina prática de exercício esotéricos, temos o dever sagrado de dizer, alertar, prevenir, que irão a balanço, a juízo final, e muitos, em verdade, estão indo neste momento. Porque em nossas fileiras gnósticas do Brasil e do mundo, muitos já desencarnaram; são apenas casas vazias que estão por aí, inclusive freqüentando nossas aulas. Porque aqui no mundo de Euclides, na superfície do planeta, nós não percebemos isso; estamos demasiadamente adormecidos para perceber isso.

A nossa tarefa está sendo tão só a de avisar, repetir, insistir; sei que com isso até nos tornamos impertinentes, chatos, aborrecidos, porém não vemos alternativa a não ser repetir, repetir e seguir repetindo, de tempos em tempos, a mesma nota, o mesmo trecho musical, para ver se conseguem manter os sentidos alertas, especialmente ver se a consciência reage. Esse é o nosso trabalho, isso é o que nos foi encomendado para este ano 2007.

No momento não visualizamos, não antevemos, não percebemos absolutamente nada para o ano 2008. Nem sabemos se seguiremos aqui com este canal aberto, porque quando 2008 chegar, cumpriremos exatamente aquilo que nos foi ordenado. Tudo que podemos antecipar agora é que os tempos estão correndo além da conta; todos os programas de trabalho estabelecidos para vários Iniciados aqui no Brasil, para vários estudantes que inclusive estão chegando agora, mas com grandes chances de resgate, estão sendo acelerados.

Aquilo que estava previsto para o fim do ano está ocorrendo agora, mês de maio; antecipou-se em mais de seis meses os processos internos dessas pessoas. Tudo isso são sintomas que transmitem um sinal que as coisas estão correndo bem mais rápido do que se supunha no início do ano. É por isso então que, corroborando com essas palavras, recebemos essa informação de que a sala do Senhor Anúbis está cheia de pessoas desencarnadas que estão ali em julgamento; esse é um processo que está andando.

Um outro aviso e alerta que queremos deixar gravado aqui também é: tão perigoso quanto um falso Mestre ou uma falsa escola é o veneno doce e suave que nos é dado em muitos lugares. Muitos falam de paz, amor, bondade, virtudes, conduta reta, porém sutilmente introduzem um elemento de aprisionamento e dependência.

Isso ocorre em certos circuitos e pode ocorrer na Gnose também. De nossa parte aqui, quanto a isso, estamos muito tranqüilos, até porque não somos conhecidos e reconhecidos no ambiente gnóstico como uma pessoa que se esforça em manter alunos numa escola.

O nosso estilo é direto e frontal; ser claros, concisos e objetivos. Esse estilo não agrada a maioria das pessoas, que preferem, justamente, buscar abrigo e refúgio numa escola que lhes fale suavemente aos ouvidos, que lhes dirijam palavras extremamente suaves e doces do tipo "você é uma pessoa muito especial, iluminada, abençoada por Deus, maravilhosa e fantástica". É aí que o peixe morde a isca; o resultado é que ele vai ser frito ou congelado no mesmo dia ou nos dias posteriores.

Estas suavidades, meus amigos, que se pratica em muitos lugares, é a mais perigosa. Certamente, como já dissemos aqui muitas vezes, o diabo jamais se apresenta de forma direta porque ele sabe que, se fizer assim, a maioria das pessoas pula fora. Treinado nas artes e manhas dos milhares de anos da história, este Satã, opositor, treinador, usa [e abusa] da suavidade, do encanto, da sedução, das promessas, das insinuações, dos sorrisos.

A Loja Branca fala sempre diretamente, frontalmente. A verdade precisa ser dita; se os ouvidos humanos não conseguem suportar a verdade é porque há muito se afastaram desse caminho. Se querem a verdade deverão estar prontos para isso. É claro que todos nós devemos praticar a compaixão, porém uma compaixão que não seja corroborada e acompanhada com a verdade cristalina, acaba se tornando como uma cola, uma goma com que nos lambuzam e depois nos levam ao sol para secar - e assim é como nos congelamos ou ficamos que nem esses bonecos aprisionados nas escolas e nos discursos encantadores.

Eu lhes digo com toda a honestidade, meus amigos: vocês que nos acompanham aqui há algum tempo, prefiro a franqueza mesmo que doa - e se doer é porque algo está muito vivo dentro de mim - do que este processo de pincelar esse verniz, essa goma, essa cola que, ao secar, nos amarra, endurece, e assim muitos irmãos caem nas conversas macias que tem por aí.

Sabemos que há instrutores do Raio do Amor, do Raio da Sabedoria e de outros Raios. Benditos sejam todos eles! Pessoas honestas e sinceras existem em todos os lugares ou em muitos lugares. A questão é termos o discernimento para reconhecê-las. Se formos agraciados com alguém que nos conduza, nos instrua nas primeiras letras com suavidade e sabedoria, talvez melhor que, por exemplo, com uma franqueza que às vezes é rude aos nossos ouvidos.

Agora, como os tempos estão se fechando, e se aceleraram mais ainda, não teremos mais como escolher; temos que usar aquilo que está a mão, ao nosso lado. Se não podemos pegar um transatlântico para ir até o Japão, de repente aparece um cargueiro que não vai te cobrar nada desde que você descasque batata daqui até lá - e se para você é importante chegar ao Japão - faça o sacrifício: vá descascar batata no cargueiro e chegará ao seu destino. Mas pode ser também que não haja mais transatlânticos luxuosos aqui à nossa disposição, ainda que tenhamos dinheiro para pagar a passagem. Meditem sobre isso!

Portanto, para encerrar esse tópico, convido a todos a buscarem aquela aula anterior que fala de tulpas, falsos Mestres, falsas doutrinas e fenômenos da falsa consciência.

Antes de entrar propriamente nas práticas gnósticas para a reta final era necessário fazer este alerta para que despertem. Meus amigos, não vacilem mais, não bobeiem, não há mais tempo para vacilo se, de fato, queremos salvar nossa alma. Não deixemos ser julgados à revelia; vamos nos antecipar; vamos nos apresentar ao Senhor Anúbis. A cada dia 27 os tempos da Loja Branca fazem muita obra de caridade. O Tribunal da Lei está aberto para as negociações dos estudantes sinceros. Não temam por isso, já o dissemos aqui.

A Lei representa o Quarto Raio, Deus! Deus é amor! Portanto, Anúbis representa o Amor Consciente1 Do que vamos ter medo? Do que temer? Tomemos a iniciativa! Vamos negociar nosso karma, nossas dívidas. É necessário, é indispensável! Sem isso iremos a julgamento à revelia e talvez aí seja tarde demais.

Esse tem sido o alerta! Essa tem sido a tônica das aulas anteriores desse ano 2007 especial. Desenhado rapidamente o cenário de gravidade deste ano e destes tempos, aqueles que chegam, aqueles mesmo que estão aqui há algum tempo o que podem fazer?

Primeiro: Não se desesperem! É hora de tomar consciência, fazer uma tomada de consciência sobre isso. Tomar consciência equivale ao dar-se conta de como se viveu até agora; dar-se conta dos erros, equívocos; fazer um balanço da sua vida, dos seus atos e propor-se a uma mudança. Esta mudança implica necessariamente, obrigatoriamente, em uma mudança de conduta.

Temos dito aqui sempre que a conduta reta é a grande prática gnóstica. Os fundamentos filosóficos da conduta reta estão nas aulas anteriores que denominamos karma yoga e bhakti yoga ; sintetizamos esses dois princípios em nossa palestra especial de páscoa e que está disponível no site. [Ver A Missão dos Buddhas e Karma Yoga ]

Só para sintetizar, a conduta reta , que é a grande prática gnóstica, envolve o reto pensar, o reto sentir, o reto agir e o reto viver . Conduta é o resumo dessas quatro ações: pensar, sentir, agir e viver simultaneamente tudo aquilo que se expressa aqui e agora de momento a momento. Pode ser que agora, hoje, seja a primeira vez que estejamos ouvindo sobre isso, sobre conduta reta. Como não é o propósito aprofundar este tema aqui e agora remetemos o estudante a essas aulas anteriores.

Porém hoje enfatizamos que a grande prática gnóstica é a conduta reta e ela depende de nós; depende de havermos compreendido como agimos ou como temos agido até hoje. Vou lhes dar agora um pequeno exemplo de como é delicada essa questão da conduta reta. Temos observado o estudantado, como dissemos há pouco, em nossos seminários. Obviamente não queremos fazer nenhuma crítica a ninguém em particular; estamos pegando fatos apenas.

Fazemos os alertas, damos o ensinamento, descrevemos a metodologia de trabalho, e com isso achamos que tudo ficou claro, porém, apesar de tudo isso, notamos que a maioria dos estudantes seguem com sua vida nos velhos trilhos de sempre. Por exemplo, há estudantes que sequer conseguiram superar o pequeno vício do cigarro. Como vão superar um grande defeito psicológico se nem conseguem renunciar a um hábito nocivo?

Outro exemplo: temos, desde há muito tempo, alertado sobre os perigos dos falsos ensinamentos, falsos Mestres; temos mencionado até os nomes dessas falsas doutrinas; temos dado as características dessas doutrinas adulteradas, e no entanto, esses estudantes terminam de participar de um seminário e a vida segue como sempre; não mudam nada, continuam baixando pela internet as mesmas mensagens canalizadas que escravizam sua mente.

Essas pessoas, às vezes, nos escrevem relatando seus problemas e perguntando o que poderiam fazer. Pois lhes digo agora: não podem fazer nada enquanto não mudarem a forma de pensar. É inútil dizer algo! Temos que deixar seguir. Ultimamente temos alertado com a seguinte expressão: vão afundar no fim porque não se mexem, não saem da pasmaceira em que vivem, não acordam. Não há nada a fazer nesses casos.

Vem-me à memória um sutta buddhista, onde há uma passagem que fala o seguinte - ou seja: o Buddha avisando e admoestando seu discípulo Ananda. Disse Buddha para Ananda: "Eu não o tratarei como o oleiro trata a argila crua molhada, repetidamente contendo; falarei com você Ananda repetidamente; admoestando eu falarei com você, Ananda. Aqueles com o núcleo sólido agüentam o teste”.

É claro que aqueles que não estão prontos para a verdade das admoestações, avisos, alertas, caem no vazio; são pessoas que se comportam como a argila mole. Se apesar de todos os alertas, usando, baixando, lendo, fazendo invocações de falsos Mestres que denominamos de tulpas, egrégoras e mesmo tendo sido avisados inúmeras vezes, o que se pode fazer com essas criaturas a não ser vê-las afundar dia após dia? E mesmo afundando sorriem, achando que estão indo cada vez melhor no caminho?

Quando nós aqui dizemos “não bobeiem”, “não vacilem”, passa por tudo isso. É preciso acordar para isso que estáa sendo dito enquanto há tempo.

Nós acreditamos que este ano ainda [2007] se pode fazer alguma coisa, mas não dou nenhuma certeza de que em 2008 as portas do Tribunal da Justiça estarão abertas. Alguns vão tomar essas nossas palavras como uma ameaça, como uma técnica de terrorismo para mantê-los aprisionados aqui. Porém, lhes digo que para nós, isso é absolutamente indiferente. Não queremos prosélitos, não queremos o dinheiro de ninguém, nem adoradores e bajuladores; não vivemos disso, não precisamos disso, não temos essa dependência psicológica, não nos sentimos bem agredindo ou fazendo esses comentários. Simplesmente os fazemos porque queremos servir bem a todos que confiam em nossa orientação, naquilo que podemos compartilhar com todos.

Seria um egoísmo de nossa parte tendo achado algum tesouro, algumas pérolas do tesouro, guardá-las exclusivamente para nós ou que mandássemos fazer um colar para exibir em eventos sociais, não. Nós preferimos repartir com todos aqueles de boa vontade e de núcleo sólido para que também sejam participantes dessa jornada que culminará no resgate de nossas almas; do contrário, vamos descer, afundar.

Seremos, é verdade, liberados [do abismo] no começo da futura Era de Capricórnio, porém pode ser tarde demais - porque a Era de Capricórnio será uma época tenebrosa, similar à época dos terríveis demônios e magos negros que andavam soltos na Atlântida, justamente no período imediatamente anterior ao seu afundamento. Isso vai se repetir agora, numa escala menor, dentro de 2.000 anos, quando Capricórnio chegar.

Isso não invalida o grande combate, a grande luta que está sendo travada, neste momento, nos mundos internos, até o fim de 2007, justamente pelas poucas almas que ainda podem ser resgatadas. Os tenebrosos de todas as latitudes e espécies estão fazendo de tudo, todo esforço, todo empenho para atrair essas almas com tais possibilidades, para aprisioná-las. E vemos que, ingenuamente, mesmo com os alertas que fazemos, estão indo felizes da vida por esse caminho florido, largo e atapetado. É triste, porém é a grande verdade. Vão perecer praticamente todos...

Os que chegam agora - e os que estão há mais tempo aqui - além da conduta reta, que mais podem e devem fazer? Praticar a atenção plena sobre si. O que vem ser a atenção plena sobre si? - Nunca distrair-se; a distração sempre é sonho, projeção da mente. O buddhismo ensina atenção plena, a Gnose ensina auto-observação.

Não há mais o devido tempo para ensinar a técnica da auto-observação. Agora, simplesmente temos que dizer: observem-se, não se distraiam durante as horas do dia, preste atenção a seus pensamentos, sentimentos, conduta, a forma como fala, anda, age, sente, rir. Preste atenção, observe isso em si mesmo, analise isso. Não com a mente, não com os modelos culturais que herdamos da educação, de nossos pais, da escola, dos costumes e do mundo, não nesse sentido. Busquem analisar a conduta, o comportamento, o sentimento, os pensamentos de acordo com os preceitos fundamentais da Gnose ou do buddhismo ou até mesmo do cristianismo contido, por exemplo, nos evangelhos ou em Pistis Sophia.

Fazendo essa auto-observação, essa dissecação de nós mesmos, essa auto-análise permanentemente, dinamicamente, durante todas as horas do dia, vamos ampliando a consciência de nós mesmos, a atenção plena sobre nós mesmos de forma permanente. Isso nos dará um novo nível de compreensão e isso, então, possibilitará uma mudança interior, uma mudança que se expressará externamente como uma nova conduta ou uma conduta reta - isso é auto-observação.

Quem sentir necessidade de aprofundar isso, existe em nosso site, conferências e aulas antigas que falam do primeiro fator de revolução de consciência, aulas que falam da revolução da consciência, do despertar da consciência, sobre os doze mil dias da Iniciação e muitas outras falam do caminho iniciático; falam da via esotérica, da morte dos defeitos, do controle do mente. Tudo isso está disponível em nosso site (www.gnose.org.br) e não vamos aprofundar aqui agora.

Essas são práticas dinâmicas: observar a si mesmo durante as horas do dia e expressar conduta reta são duas práticas dinâmicas; são algo para ser vivido durante as horas do dia, durante as horas que estamos neste mundo durante as horas de vigília.

Isso forma uma das colunas das práticas gnósticas para a reta final. É preciso fazer isso; é preciso manter-se em estado de auto-observação ou de atenção plena, pois sem isso não teremos condição de expressar conduta reta.

A outra coluna das práticas gnósticas podemos resumir da seguinte forma: cada um escolhe dentre as inúmeras opções que nos deixou o Mestre Samael; monte a sua grade de práticas. Por exemplo, àqueles que estão chegando agora, aconselhamos por três meses algo assim: um regime de práticas passivas de uma hora diária. Os antigos devem manter em média duas horas diárias de práticas passivas.

O que são essas práticas passivas? Não vamos explicar hoje detalhadamente porque todo esse material está em nosso site. Aqui mesmo, numa aula anterior, já montamos essa mesma grande e hoje vamos retomar o tema e sintetizar da seguinte maneira: a prática de uma hora que se vá fazer, por exemplo, no seu quarto, na sala ou nalgum recanto da sala, é composta de:
• dez minutos de pranayamas; se precisar de explicação do que é pranayama busque em nosso site
• quinze a vinte minutos de mantras, especialmente mantras que trabalhem o centro cardíaco, o chakra do coração. Quais são esses mantras? São muitos, alguns deles: a principio todo e qualquer mantra trabalha o chakra cardíaco, mas alguns são mais específicos, por exemplo, o mantra OM. Este mantra OM TARE TUTARE TURE SOHA que estava tocando aqui agora no tempo de espera dessa aula; o mantra OM MASSI PADME YOM. Todos esses mantras são específicos para o coração.

Falamos duma sessão de prática passiva:
dez minutos de pranayamas (que são exercícios de respiração) e existem muitos tipos de pranayamas, escolha um.
vinte minutos de mantras; então já deu trinta minutos;
trinta minutos finais dedica-se para uma meditação. De preferência quem está começando agora que tem dificuldade de conter a sua mente, utilize meditação combinada com oração.

Que tipo de oração? Orar é dialogar com a Divindade, é conversar com Deus, é falar com sua Mãe Divina, com seu Pai celeste. Para isso não precisa fórmulas; fale com o coração, deixe que as palavras saiam; simplesmente, se tiver uma dificuldade coloque-a: "mãezinha, eu tenho dificuldade para concentrar; como eu poderia melhorar isso? me inspira, dê-me um sonho esta noite onde eu possa entender como superar isso".

Mantenha o diálogo concentrado em sua Divina Mãe, no seu coração e no interior do coração, que é o nosso sol; busque encontrar a Mãe Divina. Não precisa imaginar nada, porque esse negócio de imaginar coisas, acaba gerando egrégoras, tulpas e fantasias. Não imaginem, simplesmente se concentrem.

Agora, se quiserem utilizar uma durga , uma figura da durga , que é a Mãe Divina, como os hindus desenham. No começo, como um instrumento de apoio, nenhum problema; depois, quanto antes desapegarem ou abrirem mão desses apoios, melhor. Converse apenas espontaneamente com palavras simples, singelas; coloque emoção nisso que estão fazendo.

Todos nós, de um modo geral, idealizamos coisas, projetamos muitas vezes imagens ou idéias, imaginamos amigos, amizades, amores, as vezes amores impossíveis, confiamos no nosso semelhante e muitas vezes somos enganados, traídos, abandonados, fraudados e, mesmo assim, continuamos vivendo com eles, convivendo com eles.

Os primeiros amigos que temos são nossos Pais [Pai-Mãe divinos] e são os últimos a quem recorremos e nos lembramos; geralmente, mesmo entre os estudantes de Gnose, só vai lembrar-se de sua Mãe ou de seu Pai naqueles trintas segundos antes de apagar na cama ao final do dia; temos que corrigir isso; temos que nos centrar mais em nossa própria realidade, e a nossa própria realidade, é nosso Pai e nossa Mãe.

Depois, na seqüência de nosso Pai e Mãe a figura mais importante para nós seria nosso guru, nosso instrutor; falo dos Buddhas, Mestres da Loja Branca, como Samael, Morya, como outros que conhecemos. Aí entra o perigo: muitas pessoas saem por aí pela internet da vida, pelo orkut da vida e se subscrevem nessas comunidades dedicadas a esses falsos Moryas, os falsos Jesus que tem por aí com o nome de Sananda que são criaturas engendradas em ambientes mediúnicos; fujam dessas coisas. Agora temos que falar claramente: evitem, não usem nomes que vocês não conheçam, porque poderão ser atraídos e aprisionados nesses circuitos de escravidão de almas. As pessoas dizem:"não, é só um nome diferente!". Mas não é assim! Se vocalizarem esse nome diferente, acabarão aprisionados; nosso dever é avisar e estamos avisando aqui.

Se alguém quer trabalhar, invocar o grande Mestre Jeshua Ben Pandirá, pois invoque esse nome; não troque esse nome por outros nomes que aparecem aí em canais mediúnicos. Se alguém quer e sente afim com as vibrações do Mestre Morya, pois simplesmente de coração puro e sinceridade, concentre-se no seu coração apenas, e sem imaginar coisa nenhuma, mantralize, vocalize o nome Morya, quantas vezes for necessária. Com isso então começarão a estabelecer um contato.

Se começarem a usar estas formas que são dadas nestes livros e sites canalizados eu lhes digo agora mais uma vez: serão aprisionados pelas tulpas, pelos egrégoras, pelas personalidades falsas desses Mestres; evitem. Tem falso Melquisedec, falso Sanat Kumara, falso Morya, falsos Buddhas como Lanto, que é uma das figuras mais pintadas, desenhadas e faladas por aí também. Esse Lanto que está por aí espalhado pelo mundo é falso, cem por cento falso.

Todo cuidado é pouco nesses tempos finais, meus amigos. Vamos despertar! Acordemos para isso ou vamos cair nos circuitos da mediunidade e esses circuitos nos levarão ao abismo.

Retomando: Um regime de práticas passivas é composto de pranayamas, mantras e meditação com oração. Isso precisa ser praticado todos os dias sem falhar, porque o estudante gnóstico é muito irresponsável, falho; faz um dia, dois não faz, no terceiro mais ou menos, no sétimo dia já esqueceu.

Ou nós despertamos agora para a realidade de levar adiante um regime de prática diário cumprido rigorosamente ou pouco ou talvez nada conseguiremos. A nós tem sido recomendado que repetíssemos isso à exaustão.

Orações à Grande Mãe: Essa cadeia, essa oração em favor da humanidade está disponível em nosso site, é só baixar. Utilizem-na como um modelo. Não se prendam ao texto morto. Aquilo é um exemplo, uma estrutura para que vocês se inspirem e façam segundo vosso coração, vossa inspiração. Esta oração da Grande Mãe pode ser feita de manhã e à noite. Orar, realmente, em grande vibração, para que as pessoas necessitadas recebam esta energia - luz que vocês mesmo gerarão fazendo esta oração.

Devemos, nos momentos em que estamos fazendo nossa prática passiva, unirmo-nos à corrente de compaixão dos Buddhas; unamos nossa voz, nosso pensamento, nosso sentimento às vozes dos Buddhas de Compaixão, que oram dia e noite em favor da humanidade.

Invoquemos a presença dos Buddhas. Como é que se invoca? Não precisamos nos complicar todo. O simples pensar em Buddha, o simples mantralizar da palavra Buddha, é suficiente para entrarmos ou unir nossa voz, nosso pensamento ou nossa oração na corrente sagrada dos Buddhas.

No mundo de consciência tudo acontece instantaneamente, sem ter que utilizar efeitos especiais como nos mostram através dos filmes e das novelas. Isso é uma deturpação, um extravio de nossa mente. Temos que voltar à infantilidade, à pureza, à espontaneidade, à singeleza das coisas.

Para encerrar esse conjunto de práticas, pelo menos uma vez por mês, nos dias 27, façamos essas negociações e renegociações com a Justiça Divina. Muitos escrevem perguntando "como faço para negociar com a Lei?" O Mestre Samael já respondeu isso muitas vezes, e a forma mais simples que temos a dizer hoje, mais uma vez, é concentrem-se no Senhor Anúbis. Como é que nos concentramos nisso? - Mantralizando esse nome, essa palavra “Anúbis” dezenas de vezes. Haverá um momento em que vocês realmente se sentirão conectados, e aí então, com palavras simples, singelas, puras, espontâneas, relatem como se estivessem relatando a um amigo, a um confidente, aquilo que lhes pesa na alma, no coração. Proponham receber uma ajuda especial da Lei Divina em troca de um compromisso que vocês assumem diante dele, como, por exemplo, cumprir com esse regime de práticas diárias até o último dos dias, que não são muitos mesmos, uma vez que o horizonte da humanidade está delimitado.

Para encerrar, recapitulando rápido: A grande prática é conduta reta e auto-observação com vistas a compreender o estado interior objetivando uma mudança; esta mudança desemboca em conduta reta que irá se aperfeiçoando dia após dia com a prática. Ninguém vai ter conduta cem por cento reta hoje, impossível.

Primeiro ter o propósito, ter a atitude da conduta reta e a própria prática irá corrigindo nossas deficiências e vamos aperfeiçoando. Isso é uma coluna. A outra coluna é formada por práticas passivas, como mencionamos aqui: pranayamas, mantras, meditação/oração, orações à Grande Mãe. Nisso se resume agora o que podemos fazer nesta reta final.

Quando mencionamos aqui conduta reta , obviamente que, para expressar conduta reta, teremos que gradativamente ir superando nossos defeitos, nossos impedimentos comportamentais, psicológicos, porque uma conduta não-reta ocorre devido à interferência, à participação ou à expressão de algum agregado psicológico.

Se vivemos em estado de atenção plena ou estado de auto-observação permanente, é obvio que captaremos a manifestação desse agregado psicológico, e mediante processos de auto análises e reflexões, que podemos aprofundar em meditações, meditações essas além da que mencionamos aqui há pouco, iremos chegar à compreensão deste elemento psicológico -e assim vamos prevenir a sua expressão num cenário futuro, quando determinadas circunstâncias concorrerem para que esse mesmo defeito se manifeste.

Se estivermos atentos, em estado de auto-observação, conscientemente, sem repressão, iremos então cortar a expressão desse mesmo defeito, e aí então passaremos a viver a Gnose em fatos concretos, aqui agora, neste nosso mundo tridimensional.

Até aqui nossas palavras desta noite e ficamos agora abertos para as devidas apreciações, considerações, perguntas que vocês tenham a fazer.


Perguntas

P: Quem é a Grande Mãe?


R: A Grande Mãe é a mãe natureza, é a mãe terra, é Gaea. Todos nós somos filhos da Grande Mãe, da terra, então ela é quem provê, distribui, governa tudo neste nosso mundo, neste nosso planeta.

P: Podemos ser julgados inconscientes?
R: É óbvio, meu amigo! Estes julgamentos estão ocorrendo agora, como dissemos há pouco, sem que aqui no mundo nosso tomemos consciência.

P: Foi mencionado práticas passivas, mas no futuro teremos tempo para as práticas ativas?
R: Eu acho que o amigo não compreendeu o que foi falado hoje! Porque mencionamos duas colunas, uma de práticas ativas e outra de passivas.

P: Quais são as seis grandes virtudes que o grande guerreiro deve expressar?
R: Não sei ao quê exatamente você se refere, mas certamente entre as grandes virtudes estão: bondade, humildade, paciência, resignação, tolerância, caridade, boa vontade, alegria. Há uma aula sobre isso e que mencionamos que é impossível expressarmos o amor divino na sua totalidade e que o amor só pode ser expresso em conta gotas. Cada virtude que nós desenvolvemos e expressamos no dia a dia são gotas do amor divino. Isso é o que temos que ficar atentos.

P: A chama violeta e os decretos de Saint Germain?
R: Acabamos de dizer, meu querido amigo: esse Saint Germain que está por aí com esses decretos é 101% falso. Se você está aprisionado a isso negocie com o Senhor Anúbis imediatamente o desligamento dos pactos que você fez até hoje inconsciente e queime toda essa literatura; creio que não preciso dizer mais.

P: Negociar e não cumprir o que nos acontece?
R: É a mesma coisa que você ir ao banco negociar com o gerente, obter condições vantajosas e depois não cumprir; certamente, o banco vai se sentir enganado e virá com força total em cima de você. Negociar supõe-se seriedade, compromisso, o propósito de cumprir; senão, só vai agravar a situação. Mas acreditamos que um estudante de Gnose está maduro para negociar com a Lei Divina porque não estamos mais aqui para jogar, brincar.

P: O que dizer aos que ainda duvidam dos tempos finais?
R: Não diga nada! Cada um tem o direito de viver como lhe aprouver, como lhe parece melhor; não devemos jamais cometer o erro de tentar convencer os demais; cada um tem direito a pensar o que quiser. Se alguém pergunta sobre isso, dê uma indicação, uma fonte, alguma coisa, e deixe o outro livre para ir ou não ir ao que foi indicado. Nunca devemos fazer este terrorismo, esse assédio, por assim dizer.

P: Essas práticas podem continuar depois do desencarne?
R: Meu amigo, depois que você desencarnar e que você for resgatado, estou absolutamente seguro em te dizer que você será levado, como criança, a uma nova escola, e ali começará do zero. Por que se preocupar com isso agora? Deixe acontecer tudo primeiro!

P: E quando familiares seguem esses caminhos o que podemos fazer?
R: Não entendi sua pergunta! Você quer dizer “segue esses caminhos que aqui mencionamos como tortos, desviados”? Pois aprenda a respeitar as escolhas dos seus familiares; não tente converter os outros à sua forma de pensar; lembre-se sempre: obrigar o outro a pensar como nós é magia negra; os demônios fazem isso, os magos negros fazem isso; são os magos negros que querem dominar a mente, o pensamento dos demais. A Gnose não ensina isso; a Gnose descreve, dá o mapa, sinaliza, aponta; caminha quem quer.

P: Quantos aos amigos antigos, de infância, e colegas que devemos desvincular, ou seja: parar de sair socialmente. Poderia comentar suas experiências? É possível fazer isso suavemente, sem agredi-los?
R: Eu nunca tive esse problema. Então nem posso mencionar minha vivência nisso como sugestão, porque não uso métodos muito suaves, entende? Para mim é oito ou oitenta. Então não tem muito o que pensar nisso: faz ou não faz. Não sei aconselhar suavidade nisso, meu amigo. Só posso dizer que cada um deve agir segundo a sua natureza, o seu raio, suas inclinações pessoais. Agora, se você sabe o que precisa ser feito, faça. Como vai fazer? Você achará o teu jeito, mas faça; não esqueça disso: faça.

P: Podemos rogar em favor de outra pessoa e negociar o karma?
R: Você pode orar em favor de uma pessoa. Isso é parte do exercício da compaixão. Quando mencionamos aqui as orações à Grande Mãe, nesta cadeia de orações pedimos para que a Grande Mãe alivie a dor daqueles que sofrem, dos que estão doente, famintos, flagelados.
Claro que podemos rogar ao Senhor Anúbis, à Lei Divina, à Grande Mãe, a algum Mestre da Loja Branca em favor de alguém que está doente. Nós podemos orar e esta oração, este pedido, tem grande força; ajuda a aliviar as dores, os sofrimentos, de nosso semelhante sem dúvida nenhuma. Agora, não podemos negociar o karma do outro no sentido de ir ao Senhor Anúbis e pedir: "Senhor Anúbis, por favor, poderia negociar o karma de fulano de tal?" O que vai propor? Só se você pagar a dívida dele, e nós temos sido sempre orientados no sentido de nunca interferir nos processos alheios.

P: Uma das formas de retirar o tormento mental que se dá no tempo da meditação é com orações para Kundalini?
R: Existem muitas maneiras de aquietar a mente. Por exemplo, creio que talvez você esteja no começo. Nós aprendemos que todo iniciante, quando percebe que sua mente fugiu, distraiu, viajou, passeou do outro lado do mundo, no momento que você percebe isso, traga de volta com suavidade, porém com firmeza e concentre-se, fique de olho para que ela não se desgarre novamente. Depois de um tempo, e aí o tempo é relativo, você irá perceber que sua mente já não foge tanto. É muito importante também, durante o dia, manter-se em estado de atenção plena, e você perceberá que, vivendo em estado de atenção plena durante o dia, na meditação será muito mais fácil. Nós podemos também apelar para a divina Mãe Kundalini para que Ela aquiete nossa mente, e nisso podemos ser atendidos ou não; existem outros métodos mais avançados, mas creio que não é o caso aqui de mencionar agora.

P: Quem são os Mestres da Loja Branca?
R: Não tenho como enumerar todos aqui. Posso indicar apenas que o buddhismo menciona esses Mestres, a Teosofia menciona esses Mestres e a Gnose menciona esses Mestres. São as únicas três fontes que podemos indicar como sendo de Mestres autênticos. Agora, tem muita gente aí que acredita em Ashtar Sheran e acreditam até que ele é um Mestre da Loja Branca com milhões de naves por aí, no espaço. Quem quiser embarcar nessa fantasia, pois é livre, porém talvez a nave não exista ou a suposta nave, de repente, vai descer em algum círculo inferior, e não se surpreenda com isso, então.


O texto acima é cópia integral, (modificada a pontuação e feitas algumas alterações para dar o formato de texto), de uma conferência ditada por Karl Bunn, presidente da Igreja Gnóstica do Brasil – www.gnose.org.br – realizada ao vivo dia 22.05.2007, por intermédio do programa Paltalk, via Internet. Equipe: Transcrição de texto: Mariana Cunha. Copydesk: Wagner Spolaor



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