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CONFERENCIAS 2007 II - TRABALHAR MAIS E MELHOR SOBRE SI
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TRABALHAR MAIS E MELHOR SOBRE SI

Autor: KARL BUNN *

O tema desta noite sintetizamos com a expressão Trabalhar mais e melhor...

Quero começar a exposição de hoje fazendo uma pergunta, para que todos respondam a si mesmos: O trabalho gnóstico é difícil?

Para muitos é! Para a grande maioria é! Para quase todo mundo é! Por isso tem havido pouco avanço...

O trabalho gnóstico é o trabalho da via reta. O trabalho da via reta, da cristificação, é para bem poucos. No mundo de hoje é como que um em cada bilhão de seres humanos neste planeta.

Pois bem, se a via reta, a via da cristificação, é tão difícil - ou assim nos parece - o que nos impede de seguir a via dos Buddhas - como tantas vezes falamos aqui em conferências anteriores?

Por conta disso fizemos um apelo que está gravado numa aula anterior; este apelo está sintetizado na expressão "não deixem os Buddhas morrerem". Justamente por isso, porque neste momento, no mundo, existem milhares ou milhões de almas humanas que, em épocas passadas, em vidas anteriores, alcançaram o grau de Arhat ou até mesmo o grau de Buddha e que agora se encontram nas fileiras gnósticas; ou pelo menos muitos deles se encontram nas fileiras gnósticas, e se deparam, então, com esse desafio da via reta, sendo que nunca percorreram esse caminho em vidas anteriores.

A via da cristificação já é difícil na época de ouro da humanidade... É evidente, então, que no Kali Yuga, na época tenebrosa do mundo atual, seguir a via reta é muito mais difícil - porque nós estamos com nosso ego - ou nossos egos, como se diz em Gnose - muito fortalecido.

Como sabemos, pelo menos os mais antigos em Gnose sabem, que a via da cristificação é muito exigente, bem mais exigente que a via dos Buddhas.

Mas, como estamos de consciência adormecida, fortes em ego, é evidente que somos tentados pela ambição ou pela cobiça do grau de cristificado – não podemos esquecer disso.

E por causa dessa mesma ambição, dessa mesma cobiça, rejeitamos a via dos Buddhas, porém, nestes tempos finais, já não há mais razão nenhuma para rejeitar, mesmo que seja, o resgate de nossa alma; e repito - porque não estou me equivocando nas palavras: resgatar a própria alma é mais importante neste momento do que ambicionar, ainda que seja, a via dos Buddhas.

Mesmo que a via dos Buddhas seja bem mais acessível do que a via dos cristificados, ainda assim é bastante exigente, porque pede o sacrifício de nossos agregados psicológicos; não em tal grau como é exigido e pedido daqueles que vão pela via reta, mas ainda assim, no mundo de hoje, isso é bastante exigente.

Bem poucos são os Buddhas nesta época. Porém, existem milhares de Buddhas caídos no mundo, que sentem o chamado, e muitas vezes, não sabem como retornar ao Nirvana, ao Nibbana.

O Buddhismo, como crença, tem se espalhado pelo mundo inteiro; Brasil não é exceção. Porém, essas escolas, igrejas, centros buddhistas, não diferem em nada com uma igreja católica.

Nós sabemos muito bem que a igreja católica perdeu os mistérios desde há milênios, assim como também o Buddhismo popular já não forma mais Buddhas.

É evidente que qualquer centro buddhista da atualidade é um começo, como também qualquer escola gnóstica existente no mundo de hoje é um começo.

Porém, se nos prendermos ao limitado ensinamento que é dado numa escola gnóstica, num centro buddhista, é evidente que não sairemos disso. Como é que nós podemos romper com essas barreiras, seja no Buddhismo, no Cristianismo, no Catolicismo ou em qualquer outra escola?

Só existe uma alternativa, meus amigos: esta alternativa é o trabalho prático, concreto, aqui e agora; viver intensamente todos os momentos do dia ou dos dias da nossa existência aquilo que a doutrina que nos é ensinada mostra.

A Gnose fala em sacrifício pela humanidade, em renúncias, em mística, em devoção, em prática, em negociações com a lei divina, em conduta reta.

Claro que não é só a Gnose que fala dessas coisas. De um modo geral, todas as escolas esotéricas, de todos os tempos, sempre falaram a mesma coisa. Porém, estamos enfatizando aqui a escola gnóstica, o ensinamento dado pelo Mestre Samael - porque ele veio fazer exatamente este papel, esse trabalho, em nome da Loja Branca, desde o ano de 1950.

Portanto, meu amigo que nos ouve, que nos acompanha, voltamos à questão: O trabalho gnóstico é difícil?

O trabalho em si é o que é: não é nem fácil, nem difícil; ele apenas é, deve ser feito e ponto. A questão somos nós, nosso relacionamento, nosso atitude, nossa postura diante desse ensinamento, e volto a repetir: não só do ensinamento gnóstico, mas de qualquer ensinamento sagrado.

Todos os Buddhas, Avatares, Mensageiros, Profetas do passado e dos dias atuais ensinaram sempre a mesma coisa; ensinaram a Senda da Iniciação.

É evidente que, em cada época, cultura, este ensinamento é dado segundo o entendimento daquela nação ou povo, do contrário não seria entendido.

Assim também hoje a Gnose foi trazida a este mundo num contexto de modernidade, valendo-se de uma linguagem atual, muitos querem ficar petrificados naquela Gnose de 2.000 anos atrás...

As doutrinas são atualizadas... Não quer dizer que a essência dessas doutrinas é modificada. A doutrina do Cristo, do Addhi-Buddha, sempre foi a mesma, nunca mudou, desde que a Loja Branca se instalou, se estabeleceu, no planeta Terra - e isso lá se vão dezoito milhões de anos ou mais, quando houve a queda do homem lemuriano, e que o Senhor Sannat Kumara, junto com um grupo de altos iniciados, se estabeleceu neste planeta Terra.

Se, para nós, diante da nossa visão, da nossa maneira de perceber o caminho, o trabalho gnóstico é difícil, não tem problema; mudemos o foco; sigamos a via dos Buddhas, porque, de qualquer maneira, todo aquele que segue o caminho reto, passa, obrigatoriamente, pelo estágio de Buddha.

Portanto, o primeiro convite desta noite, é fazer uma profunda reflexão sobre isso: qual é nossa ambição, nosso desejo ou nossa cobiça?

Sim, porque temos que examinar se não estamos ambicionando o grau de Cristo ou de Cristificado ou de Buddha... Se estamos, temos que superar estes elementos psicológicos da ambição, da cobiça, do desejo.

É aquilo que o Mestre Samael sempre ensinava: há muitas pessoas que não cobiçam dinheiro ou posição social, mas cobiçam graus esotéricos - e é disso que estamos falando.

Examinemos-nos intensamente, profundamente! Abandonemos qualquer sentimento, pensamento de cobiça ou de ambição. Façamos uma análise reflexiva, profunda, de nós e do nosso relacionamento, do nosso posicionamento diante dessa via que se descortina, que se abre diante de nós, aqui e agora.

E tornamos a insistir no apelo: tudo é feito passo a passo; neste primeiro momento, o mais importante de tudo, é tratarmos de resgatar nossa própria alma.

O processo de resgate da alma se dá mediante trabalho prático; nenhuma teoria resgatará nossa alma, nenhuma escola gnóstica e não gnóstica resgatará nossa alma. Só o nosso trabalho prático e concreto, aqui e agora, que façamos dia após dia. Isso é viver os princípios da doutrina ensinada pelo Senhor Buddha, pelo Cristo, por todos os avatares, mensageiros e profetas que aqui estiveram na história humana.

Temos que encarnar estes princípios, porém, até que esses princípios sejam encarnados, temos que cuidar dos primeiros passos aqui; somos bebê neste caminho - e um bebê, aquele que mal aprendeu a andar ou que está aprendendo a andar, a firmar seus passos - precisa fazer as práticas básicas.

Ele não pode disputar medalha de ouro nos jogos Pan-americanos ou numa olimpíada. Isso é um absurdo, mas muitos têm essa atitude: mal firmaram os pés no chão e já estão querendo competir em olimpíada. Impossível, meus amigos.

Portanto, temos que cuidar dos primeiros passos - e o primeiro passo importante que temos a dar é tratar de resgatar nossa própria alma; para isso devemos estudar os princípios mais básicos, mais elementais de uma doutrina e começar a vivê-los aqui e agora, em nosso dia a dia; sem isso é só fantasias, meus amigos, só teorias.

Aquele que até o presente momento não conseguiu desenvolver, implantar e aplicar em sua vida uma disciplina de práticas básicas e elementares, não irá conseguir nada, nem resgatará a sua alma; sinto muito dizer essas coisas, e até da forma que estou dizendo, mas o tempo está se fechando e não há mais tempos para contemplações, nem para meias palavras.

Portanto, reafirmado o que temos dito sempre, sistematicamente, especialmente a partir de janeiro deste ano 2007: Há que se desenvolver, aplicar e levar adiante, sustentar uma disciplina de prática esotéricas diárias, mínima que seja, para que assim possamos resgatar nossa alma ou nem isso conseguiremos.

Estas práticas básicas todas foram enfatizadas ao longo desses seis primeiros meses, cujo semestre estamos encerrando hoje; é a última conferência deste primeiro semestre de 2007. Há que se pôr em prática a mística, as orações, a devoção, as negociações com o Senhor Anúbis, mas, principalmente, temos dito sempre, a grande prática gnóstica é a conduta reta.

A prática da conduta reta exige obrigatoriamente a presença, a concorrência, a aplicação de um conjunto de virtudes e um conjunto de atitudes - ou não é conduta reta. Por isso, na aplicação concreta de uma doutrina, seja ela buddhista, cristã ou gnóstica, a conduta é a pedra fundamental.

Ali está o ginásio, o terreno concreto em que se vive ou não se vive os princípios de uma doutrina. Não estamos falando aqui de uma conduta perfeita; estamos partindo do pressuposto que somos principiantes; mal estamos firmando nossos pés. Mas, com erros e acertos, é assim que devemos começar: pelo princípio, não pela metade ou pelo fim.

A conduta reta sintetiza isso tudo porque se nossa conduta falha muito ou pouco, eventualmente esta falha deve ser imediatamente observada, analisada, estudada, compreendida e levada à eliminação do defeito, do impedimento da conduta reta.

Viver a conduta reta aqui e agora é um sistema didático muito importante para encarnar os princípios de uma doutrina.

Aqui sempre recomendamos a meditação, oração, devoção e práticas com a Grande Mãe; existe a cadeia com a Grande Mãe, negociações com a lei divina nos dias 27.

Amanhã, meus amigos, é dia 27 de junho. É o dia de voltarmos a renegociar nossos karmas junto ao Senhor Anúbis; é o dia de voltarmos ao tribunal do karma para rogarmos pela salvação de nossa alma.

Não há porque temer a lei divina; já mencionamos muitas vezes que o Senhor Anúbis é o Senhor do Amor Consciente. Os juízes da lei divina são todos seres dotados de amor consciente. A lei divina não é tirânica; está para fazer justiça.

O que é justiça? É dar a cada um segundo seu mérito. Se alguém não tem mérito receberá segundo o seu demérito. Mas isso é justiça!

Ao voltarmos a cada dia 27 a renegociar nossas dívidas, karmas, a eliminação de nossos defeitos, obviamente temos que oferecer algo em troca. Os Senhores da lei não querem saber de fortunas, doações de bem materiais. O que eles querem, acima de tudo, é que deixemos de transgredir a mesma lei, porque se transgredimos essa lei, mais karmas vamos gerar, e assim nunca sairemos desse círculo vicioso.

A chamada moeda de troca junto ao tribunal da lei, é mudar o nosso universo interior, é sacrificar os demônios internos, é passar a viver a conduta reta, é fazer práticas diárias. Por isso a nossa insistência em criar, desenvolver, sustentar e manter um regime diário, permanente, por toda a vida, de prática esotéricas - porque essas práticas esotéricas nos darão os méritos necessários para que o tribunal da lei divina autorize a eliminação de nossos defeitos no tempo adequado.

Se nada fizermos, nada nos será dado, segundo nosso mérito. Se não há mérito, segundo o nosso demérito. Se não tivermos a iniciativa de comparecermos ao tribunal da lei para negociar aquilo que é o mais importante de nossa vida - nosso próprio resgate e salvação - porque o maior interessado em salvar nossa própria alma somos nós, nada vai ocorrer.

Enfim, se não mostramos interesse algum em salvar nossa alma, é evidente que a lei se aplicará matematicamente. A justiça será feita; certamente, se não temos méritos, pagaremos a dívida com dor e sofrimento, ou poderão até nos mandar para os mundos inferiores para uma purificação definitiva.

Amanhã, dia 27, é um dia de grande importância, porque, como temos dito muitas vezes aqui, os dias 27 de cada mês são os dias que todos os templos da Loja Branca, todos os Mestres da Loja Branca, fazem, realizam cadeias nos mundos superiores; abrem seus templos para praticar caridade, dar benefícios de forma especial.

É como se fazia antigamente nos reinos humanos: sempre havia uma determinada época ou várias épocas de festas, durante o ano, em que o rei recebia os seus súditos e ouvia, diretamente da boca de seus súditos, aquilo que eles necessitavam. Os reis justos que existiam, pelo menos até o ano 500 da era cristã, distribuíam dinheiro para alguns que tinham necessidade, doava alguma vaca, boi, animal para assistir uma família [porque essa era a grande necessidade de uma família num determinado momento] ou concediam uma oportunidade para trabalhar no palácio, e assim por diante.

Essas coisas eram feitas aqui neste mundo físico... No tempo de ouro da humanidade, estas coisas foram ensinadas pelos sacerdotes que ouviam isso diretamente dos Mestres da Loja Branca; por conseguinte, essa tradição de todo dia 27 de cada mês já vem de muito tempo, nós é que ignorávamos isso, não sabíamos dessas coisas, e a grande maioria continua ignorando, esperando que algo caia do céu, que haverá um passe de mágica que eventualmente nos livrará dos acontecimentos que sobrevirão ao planeta brevemente.

Meus amigos, nós acreditamos profundamente em milagres! Só que a pessoa mais indicada para fazê-los somos nós mesmos! Portanto, não alimentemos falsas esperanças, nem vivamos na ilusão, na fantasia, nem na projeção da mente.

Não somos aquelas criaturas divinas que muitas vezes imaginamos ser; temos muitas dívidas... Muitos de nós, inclusive, já temos partes submersas nos mundos inferiores; não se surpreendam com isso - e essas partes precisam ser resgatadas; faz parte do processo de resgate da alma.

Isso custa, é precisa pagar, ensinava o Mestre Samael; faça boas obras, obras de caridade e assim terá as moedas cósmicas para negociar com os Senhores da Lei.

Muitos, dentro da Gnose, não sabem como conseguir, como obter essas moedas cósmicas. Há muitas maneiras, temos dito; não é só dando aulas de Gnose por aí que se obtêm moedas cósmicas.

As obras de caridade, que vemos serem rejeitadas em muitos lugares, são meios lícitos e adequados para se ganhar moedas cósmicas. Há tarefas bem mais simples ainda como, por exemplo, fazer orações e preces em favor da humanidade, unindo nossas orações à sagrada corrente de orações dos Buddhas para aliviar o sofrimento da humanidade, para lançar um pouco de luz até o momento final. Tudo isso gera moedas cósmicas, e muitos estudantes de Gnose não fazem isso porque ensinaram a eles tortamente a não fazerem esse tipo de prática porque dizem que é perda de tempo.

Meus queridos amigos, de onde tiram essas idéias? Por que deturparam tanto assim o ensinamento sagrado trazido pelo Mestre Samael?

Aqueles que lerem com olhos de águia os ensinamentos do Mestre Samael verão que a Gnose tem ensinamentos profundos de mística, de santidade, de devoção, de conduta, de práticas esotéricas e também de obras de caridade.

É desta maneira que se vive a Gnose, porém, talvez, por serem coisas muito básicas, elementares, somos inclinados a rejeitar tal coisa.

Bem verdade que, na vida prática, por mais que tenhamos alertado, ensinado, mostrado e demonstrado a questão da mística e da devoção, na prática mesmo, temos, conhecemos, convivemos com pessoas que estão ao nosso lado três, quatro, cinco, dez anos e que até hoje não fazem absolutamente nada disso.

Na hora de fazer, quando se pede recolhimento, respeito, veneração, mística, continuam dando risadas, fazendo piadinhas, como que desprezando os momentos solenes que antecedem, por exemplo, a realização de um ritual.

É impressionante observar como as pessoas, digo “pessoas”, mas que são estudantes de Gnose mesmo, têm uma extrema dificuldade de guardarem silêncio quando em momentos que antecedem a realização de um ritual e não percebem; se vê que não percebem...

O adormecimento é tão grande que simplesmente nada acontece, não se dão conta, não caem em si, e isso repete, se perpetua em nossas próprias casas.

Quantos de nós temos um pequeno altar, um pequeno canto para orar? Recolhemos-nos, nos prosternamos diante desse altar? Ajoelhamos-nos diante da divindade? E por aí a fora...

Tudo isso é parte da mística, do Bhakti Yoga, chamado yoga devocional. Muitos torcem o nariz quando falamos em Bhakti Yoga e Karma Yoga dentro da Gnose ou aqui, através desse canal, porque acreditam que isso não tem nada a ver com Gnose ou que isso é dispensável.

Não estudaram adequadamente a doutrina do Mestre Samael!... Talvez tenham lido, como quem lê um jornal, alguns livros do Mestre Samael, mas não entenderam; faltou compreensão. Hoje, já que o tema desta noite é trabalhar mais e melhor, temos que voltar a pensar em voz alta novamente, para que oxalá seja possível mais alguns acordarem para a simplicidade do trabalho prático.

A coisa é tão sensível, meus amigos, tão grave, que muitos estudantes que no começo deste ano eram vistos no interno chegando ao pé da montanha iniciática, ou estagnaram ou já desistiram. Porém, isso além de sério e grave, não é tudo; fomos informados, recebemos a informação e a confirmação de algo que já vínhamos mencionando aqui, nestas conferências.

As portas para negociação fecham-se ao final deste ano 2007; até meados de 2008 elas permanecerão parcialmente abertas. Ou seja, elas ficarão fechadas, mas sem trava. No segundo semestre de 2008 as portas estarão fechadas e trancadas.

Como estamos hoje encerrando o primeiro semestre de 2007, e como desde o primeiro mês deste ano estamos falando das portas da negociação que foram abertas excepcionalmente, assim permanecerão a todo estudante sincero, devotado e deveras interessado em resgatar sua alma.

Amanhã é 27! Se nada fizemos até hoje ainda, temos esse 27 do primeiro semestre e depois desse, mais seis dias 27 para retornarmos ao tribunal da lei para confirmar nossas negociações, reafirmar nossa decisão. Mas, agora nos cabe alertar que o ano que vem não será mais dessa maneira...

Os tempos realmente estão se fechando! Como dizíamos, muitos dos que eram vistos próximos à montanha, agora são vistos como que no mesmo lugar e alguns, vários, muitos, até nem mais são vistos, porque desistiram, desanimaram, ou se deixaram engolir pelo mundo, pela vida.

Somos os primeiros a reconhecer que a voracidade da vida, nesses tempos finais, é algo tremendo, poderoso. Por isso também temos dito: vale a pena sacrificar alguns comodismos, levar uma vida mais simples, com menos compromisso, com menos ganho até, desde que tenhamos mais tempo para cuidar dos interesses de nossa alma. Se não fizermos isso urgentemente, vamos rodar como tem rodado estes.

Conhecemos muitos destes... Os vemos em nossos seminários em São Paulo, Rio de Janeiro, os vemos nas salas de aulas, os vemos nas comunidades; em todos os lugares os vemos... Porém, alguns, que até receberam atenção especial, estão caindo, perdendo a oportunidade por motivos banais, pelas coisas mais simples.

Mas geralmente é assim: tropeçamos naquilo que não é destaque, tropeçamos naquelas coisas comuns do dia a dia; é por aí que rodopiamos, escorregamos. Não adianta cuidar das grandes coisas; claro que devemos pôr atenção aos grandes ataques de ira, soberba, luxúria; porém, caímos é nos pequenos detalhes desses mesmos defeitos. É por aí que se abrem as portas, é por aí que o diabo coloca o rabo, como se diz no popular.

É disso que temos que cuidar. Então, meus amigos amanhã, dia 27 de junho, um dia muito importante, até porque o mês de junho corresponde cabalisticamente a seis.

Seis numerologicamente quer dizer DECISÃO, encruzilhada, escolha entre o vício e as virtudes, entre a luz e as trevas.

É por isso que em trinta de junho do ano 2008 se passará a chave, a fechadura, o trinco, o cadeado - e aí só batendo fortemente teremos eventualmente alguma oportunidade. Mas, se hoje está difícil, asseguro a vocês que em junho do ano que vem estará muito mais difícil.

O momento de fazer algo é agora; não é no ano que vem; é hoje, começar hoje.

Por fim, para encerrar esta apresentação de hoje, quero colocar a vocês para reflexão também algo muito importante. A primeira vista pode parecer que não tem nada a ver com o tema de hoje, mas já entenderemos que tem e muito... A pergunta que quero colocar agora sintetizo da seguinte forma:

"O que aconteceu, o que foi feito das falsas doutrinas dos tempos de Buddha e de Jesus"? Vocês conhecem alguma delas? Sobreviveram algumas delas? Ou prevaleceu apenas a doutrina de Buddha, e mais recentemente a de Jesus?

Coloco isso à reflexão por uma simples razão: porque desde os tempos de Buddha, simultaneamente às peregrinações, às jornadas que fazia o Abençoado, existiam outros que pregavam uma doutrina contrária aos princípios que ensinava Buddha.

O mesmo ocorreu nos tempos de Jesus: em cada esquina da antiga Jerusalém havia um Messias pregando uma doutrina cujos princípios até eram parecidos com aquilo que ensinava Jesus...

Daí a pergunta: o que foi feito, o que aconteceu com essas doutrinas? Aonde foram parar?

Neste momento, aqui diante de nossos olhos, junto com a Gnose, estão sendo ensinadas dezenas ou centenas de doutrinas parecidas com a Gnose. A prova disso pode se encontrar em comunidades, onde muitos e muitos querem mesclar - e até mesclam - as doutrinas vigentes, dos séculos anteriores, dois, três séculos atrás, com a doutrina gnóstica, e acham, insistem, defendem e estão absolutamente convencidos que é a mesma coisa.

Como no tempo de Buddha, e como no tempo de Jesus, quando a idade de ouro chegar, vamos nos perguntar novamente: o que foi feito das escolas e doutrinas dos fariseus e saduceus desta época de Kali Yuga?

Meus amigos, não sobrará nada; com a catástrofe se avizinhando, tudo será sepultado no interior da terra ou nos fundos dos mares. Todas as atuais doutrinas desaparecerão; a era de ouro virá daqui a uns mil anos, mas há que se entender isso.

Não quero dizer que a Terra ficará vazia por mil anos; estou dizendo que a doutrina da era de ouro deverá surgir quando a vida humana terá se normalizado na superfície do planeta, depois da catástrofe, e isso não será em cinqüenta anos.

Até porque nada vai sobrar; todo o sistema de vida moderna vai desaparecer; não sobrarão cinzas do que temos hoje como modo de vida. Até porque as pessoas que defendem e alimentam esse processo atual de viver estarão todas no abismo ou em Hercólubus.

Por isso dizemos: A era de ouro virá talvez dentro de mil anos. O Mestre Samael, no livro Rosa Ígnea, diz que o Cristo de Aquário virá no auge dessa era. Isso nos permite inferir que deverá ocorrer tal evento dentro de mil anos aproximadamente porque então a vida sobre o planeta já terá se restabelecido.

E como será então a doutrina da era de ouro? Não há outra maneira, meus amigos, de criar uma idade de ouro sem que o governo seja Divino. Os sistemas políticos atuais servem apenas ao interesse dos demônios encarnados na superfície do planeta. Esse sistema doutrinário, de política, de governo, serve apenas aos falsos Mestres, aos magos negros, aos traidores, aos deturpadores da doutrina dos Buddhas, dos Cristos, mensageiros, profetas e avatares.

Até mesmo dentro da gnose hoje existem demônios encarnados, ensinando falsas doutrinas, falsos preceitos, que vendem ao público como sendo gnóstico. Há que se ter cuidado disso, mesmo em nossa escassa consciência devemos ficar atentos.

Se, por exemplo, alguém faz da Gnose um negócio particular, para acumular ouro, riquezas e dinheiro, certamente não é um Mestre da Loja Branca. Quem tiver entendimento que entenda porque aqui está sendo dada uma chave. Mas outros podem não querer poder e dinheiro. São, simplesmente, sinceros equivocados... A sinceridade equivocada também gera muitos transtornos...

Algumas pessoas aqui sabem do que estou falando. Nas conferências de terceira câmara o Mestre Samael advertia e avisava sobre não mesclar vinho novo e odres velhos. Mas em alguns lugares por aí se faz isso santamente, com o maior ar de santidade e inocência.

É claro que dentro e atrás dessa aparência, dessa máscara, se vê claramente quem manipula o sagrado. Portanto, temos que nos acautelar dessas mesclas de Gnose com mediunidade, de falsos Mestres, autoproclamados Mestres, esse xamanismo degenerado que hoje se propaga no Brasil e por todas as partes também.

Mesclar isso com Gnose é pegar a via do abismo. Oxalá todos possam entender.

Mas, retomando, a era de ouro será uma era de ouro porque será governada por seres de ouro. Governo divino na Terra...

A base doutrinária da era de ouro será atlante; será uma síntese, como dizia o Mestre Samael, do melhor Buddhismo como o melhor do Cristianismo.

E hoje nos permitimos acrescentar algo, um detalhe a mais nisso: a nova doutrina será feita pela síntese do Buddhismo primordial e da sabedoria Netuniana Amentina.

Alguns dos atuais estudantes de Gnose aqui no Brasil estarão aqui novamente; terão corpo físico aqui, e participarão dessa missão do estabelecimento do governo divino na Terra.

Para isso muitos estão sendo recrutados e chamados agora; daí a razão e o motivo do tema desta noite: trabalhar mais e melhor.

Para encerrar esta apresentação, vale a pena trabalhar mais e melhor, não só pela oportunidade de retornar a este mundo, participar da construção de uma nova civilização de ouro que durará tanto quanto durar a era de Aquário.

Depois da era de Aquário virá a época de Capricórnio, e todos os demônios do inferno ganharão corpo físico para uma última oportunidade antes que se encerre definitivamente a história da raça ariana. Aí, sim, ao final da época de capricórnio, quando houver o Armagedon final, a terra então estará pronta para dar início oficial à sexta raça raiz.

Até aqui nossas palavras desta noite. Ficamos à disposição agora dos presentes para os comentários adicionais e questionamentos que acharem por bem apresentarem nesta noite; fiquem à vontade quanto a isso.


Perguntas

P: Esses chamados que estão sendo recrutados têm consciência desse chamado?
R: Muitos deles têm, outros estão sendo despertados neste momento e ainda não têm a consciência devida, mas poderão ter.

P: Como pedir nos dias 27? Tem alguma chave ou pode se pedir de forma pessoal?
R: Aquilo que já dissemos em encontros anteriores: o Mestre Samael ensinou que quando queremos falar com o Senhor Anúbis, Supremo Juiz da Lei, basta concentrarmos-nos nele, mantralizar o seu nome, e depois, com palavras simples, expor aquilo que queremos fazer na negociação. Pedir com o coração como diz você, com palavras simples. Aqueles que quiserem formalizar algo mais, sempre indicamos aqui que escrevam uma carta, de próprio punho, colocando aquilo que lhes vai na alma; mandem essa carta para nós aqui e no dia 27 fazemos o rito de encaminhamento dessa carta ao tribunal da lei. Em nosso site (www.gnose.org.br) existe um texto que fala a respeito disso. O link está na primeira página a partir de uma figura com o rosto de Anúbis... http://www.gnose.org.br/conteudo.asp?id=70&texto=7006&tipomenu=h.
Aí depois como podemos saber se fomos ouvidos ou não? Nem sempre a gente fica sabendo, mas não existe palavra vã, não existe pensamento vão. O que pensamos e falamos geram reações positivas ou negativas, se você faz a prática tenha certeza que está sendo ouvido; se és atendido, os fatos falarão por si na semana seguinte. Esta negociação pode ser feita várias vezes durante o dia ou pode ser feita todos os dias. Falamos do dia 27 porque é uma data especial para isso, mas pode ser feito isso repetidamente durante os dias.


P: Podemos negociar através de carta astral?
R: Imagino, minha amiga, que o significado de carta astral seja isso que falamos, de escrever todo o processo e formalizar um pedido e queimar essa carta numa vasilha de álcool com alguns grãos de incenso. Pode-se fazer desta maneira também, e digo a você que a partir do momento que você começar escrever essa carta, ela já estará sendo plasmada no tribunal da lei divina. Por isso dissemos há pouco que não há pensamentos inúteis, nem palavras vãs.

P: Até onde uma pessoa adormecida como eu posso confiar na intuição com relação ao que se deve fazer, trabalhar e falar à divindade, uma vez que ela parece ser bastante viva em mim?
R: Eu diria que você pode confiar na sua intuição; confie, não duvide; a dúvida sempre abre uma brecha em nossa mente por onde entram energias pesadas. Todos nós temos um pouco de intuição; alguns têm um pouquinho mais, outros um pouco menos. Mas todo ser humano ainda conserva algo intuitivo que alguns chamam até de instintivo dentro de si.
Confie mais nessa voz, nessa intuição que você tem, e que outros também têm.

P: Já fiz a negociação duas vezes mas nada aconteceu!
R: Bem, meu amigo, vamos esclarecer os termos... Se alguém, não digo que é você que fez isso, mas vamos dar um exemplo caricato para que entendamos a situação. Se alguém, por exemplo, numa negociação pedir para ganhar na loteria, é claro que nada vai acontecer, porque isso é o tipo da coisa que não se negocia. Agora, estamos falando aqui basicamente de negociar karmas, morte de egos; neste caso, das duas uma - ou aconteceu e você não percebeu, aconteceu na proporção da credibilidade que você tem lá em cima. Então, às vezes, não é que não tenha ocorrido algo; ocorreu num grau tão pequeno que é como se não tivesse ocorrido nada. E a terceira possibilidade é que, de fato, nada tenha ocorrido. Então, talvez a proposta tenha sido rejeitada porque é insuficiente. Não há porque ficar pensando o que vai pedir na próxima negociação; nós temos que pedir e negociar os karmas, justamente aqueles que estão nos impedindo de seguir por esse caminho, aqueles que nos atrapalham no avanço por este caminho. É evidente que nem tudo que se pede será conseguido no tempo em que se pede. Se valer testemunho pessoal, digo a vocês que havia - e ainda há - resíduos de determinados egos-causas que somente foram atendidos depois de trinta anos. Agora, estamos em tempos finais; flexibilizaram o atendimento, porque o empenho da lei divina, da Loja Branca, é resgatar o maior número de alma possível. Mas é claro que há um padrão mínimo, vamos dizer assim. Os arrependidos sinceros têm oportunidade de ao menos resgatar a sua alma. Isso é certo, e volto a repetir: arrependidos sinceros - não é o arrependimento da boca para fora. Por isso que insistimos muitas vezes aqui que no processo de eliminação de defeitos temos auto-observação, estudo e análises dos defeitos, compreensão, arrependimento e levar os defeitos à morte.

P: Sempre que negociamos é necessário fazer algo em troca?
R: Meu amigo, não há negócio sem troca. O que são negócios? Troca! Negociações! O Mestre Samael deixou isso muito claro: "para nos sairmos bem nas negociações com o leão da lei devemos ter capital cósmico". É disso que estamos falando, meu amigo; é preciso fazer troca porque senão o cosmo desaba e se transforma em caos; esta é a razão fundamental.

P: Referente à data 2012 quando se prevê várias ocorrências para a humanidade! Como fica a frase dita pelo Senhor Jesus que dizia que só o Pai saberia essa data?
R: Bem meu amigo, não sabemos o dia nem a hora. 2012 disse recentemente um Mestre que é uma boa referência; se conhecemos essa linguagem dos Mestres, eu diria que tomem essa referencia muito a sério.

P: O perigo que vejo atualmente é a queda no fanatismo gnóstico seja por medo, seja por ambição esotérica. Eu tenho a impressão que é muito mais fácil receber esses alertas com terror do que com consciência!
R: Bem, meu amigo, quem não tem cão caça com gato! Hoje em dia o estado da humanidade é tão empedernido que nem, usando as palavras do Mestre Samael, com canhonaços se acorda alguém... Por essas coincidências da vida, vou resumir um e-mail que recebi hoje de manhã de um estudante que não conhecemos pessoalmente, mas está por perto; conhecemos pelos meios modernos de comunicação, mas sabemos quem é, onde mora, o seu nome, etc., conhecemos algo da sua vida pelas periódicas trocas de questionamento e ajuda que buscamos oferecer. Nesse e-mail nos contou um “sonho”, vamos colocar assim, que teve esta noite. Nesse sonho ele estava num ônibus, e esse ônibus parou num ponto; neste ponto subiram várias pessoas. Um delas é esse que vos fala aqui (Karl Bunn). Já dentro do ônibus, então, nas palavras dele, eu comecei a falar sobre o final dos tempos, alertar sobre os tempos finais, fazer aquela "pregação" que fazemos aqui; ele percebeu que ninguém dentro do ônibus dava a mínima para aquilo que estava sendo dito; depois que terminei o discurso, o ônibus já estava chegando no outro ponto, onde eu ia descer para pegar o ônibus seguinte, para fazer a mesma coisa.
O simbolismo disso é nada mais do que fazer o que estamos fazendo aqui - e muitos de vocês têm nos acompanhado nessa jornada. Esse é o simbolismo do ônibus e das pessoas dentro do ônibus. Eu desci e ele - esse estudante - seguiu em frente, também meio que atordoado, até que caiu a ficha, e aí ele se levantou do banco, foi à janela e fez um sinal de positivo para mim, como que dizendo "OK entendi a mensagem".
Tomando isso como um símbolo, eu te pergunto: "o que se pode fazer nesta época final em que as pessoas ouvem mas não escutam, vêem mas não percebem? O que se pode fazer agora? O que se pode fazer quando, diretamente, pessoalmente, vemos pessoas que temos grande estima até, vemos que estão afundando no abismo, o que se pode fazer?".
Empenhamos-nos ao máximo para alertar as pessoas, essas que estão afundando e algumas que já afundaram; conhecemos essas pessoas, convivemos com ela; sabemos que alguns afundaram e outros estão afundando e seguimos vivendo com elas. O que fazer, meu amigo, para acordar quem não quer ser acordado? Como ativar a visão do pior cego que é aquele que não quer ver? E do pior surdo que é aquele que não quer ouvir? Não tenho resposta para isso, meu amigo; só sei que seguiremos pregando no ônibus diante do olhar vazio e morto daqueles que estão dentro do ônibus...

P: O que ocorre ainda nessa vida a aqueles que tem alma resgatada?
R: Bom, segue vivendo... Se esse é o entendimento correto dessa pergunta, aqueles que têm a alma resgatada seguem vivendo e aqueles que afundaram no abismo também seguem vivendo. Aos olhos do mundo nada muda; quem não tem olhos de ver não vê nada; quem não tem sensibilidade não percebe nada; é dramático o quadro da humanidade e das pessoas. O que dói mesmo não é dor egóica não, é aquela dor que se sente ao ver as pessoas afundando, mesmo tendo a oportunidade de se salvarem. Isso é dolorido, mas enfim, não há com o que a gente não possa conviver. Até os Mestres, ao lado da Grande Mãe, vendo a Grande Mãe chorar, pelo quadro atual da humanidade, os próprios Deuses não podem fazer nada para mudar a situação, não podem porque a lei impede. O que fazem os Deuses, então? Choram em solidariedade com a Grande Mãe, e é desta forma que essa civilização desaparecerá: com as lágrimas dos Deuses. Eles fizeram de tudo, mandaram Avatares, mensageiros, profetas e todos foram torturados, assassinados, pendurados em cruzes, esquartejados, apedrejados, senão literalmente com pedras, mas com a palavra ferina. Vejam o caso do Mestre Samael, o quanto ele é escarnecido hoje; enfim, todos nos encontraremos do outro lado; os que estão em cima poderão visitar os que estão em baixo, os que estão embaixo não poderão sair da onde estão, e assim acabará a história, dramaticamente.

P: O que tem a ver a aproximação de Hercólubus com a limpeza que está sendo feita no legislativo?
R: Bom, sobre o legislativo brasileiro, nada posso dizer, meu amigo. A aproximação de Hercólubus com a limpeza do planeta tem muito a ver. Pessoalmente estou bastante convencido que Hercólubus não será visto a olho nu, o que não significa que ele não esteja por aí, mas, repito para que não mal interprete minhas palavras: esta é uma convicção pessoal. O Mestre Samael dizia que Hercólubus já estava à vista de todos... O que sabemos hoje, cientificamente, é que existem certos fenômenos em determinadas regiões de nosso sistema solar inexplicáveis, mas nada foi visto até agora lá. Os Mestres e Buddhas têm dito que Hercólubus está aí, agora, por esses dias, 2007. Hercólubus é um planeta negro; negro pela inconsciência e pela matéria negra do espaço; é o oposto do sol que brilha, onde só vivem os Elohim, os seres de luz. Hercólubus vai atrair para si, por imantação, por afinidade, todas essas almas que estão nas trevas da inconsciência, aqueles que definitivamente se tornaram inúteis para os propósitos do sol. Estou falando em código aqui, segundo a linguagem do Mestre Samael; quem tiver entendimento saberá entender...

P: Deve-se insistir para que as pessoas aceitem a Gnose, por exemplo, no caso de nossas famílias que têm outras religiões?
R: Não, meu amigo, jamais faça isso; não se torne um pregador na sua casa. Você quer ensinar o evangelho gnóstico? Faça-o com teu comportamento, com tua conduta; não use palavras, use os fatos. Você deve se transformar no protótipo gnóstico; aí eles virão a ti perguntando como se tornar igual - se houver interesse. Se não perguntarem nada, deixa rolar...

O único Mestre gnóstico que existiu foi o Mestre Samael, não existiu outro!

P: Conviver com pessoas que seguem outra doutrina em nosso trabalho, na escola, especialmente doutrinas mediúnicas, ou visitando amigos que são, pode ocasionar algum prejuízo?
R: Vem-me neste momento à memória uma frase do Mestre Samael que respondeu a um grupo de estudantes venezuelanos em determinada ocasião: "O que pode fazer um diabo frente a outro diabo?" Acaso somos ou estamos melhor do que esses que freqüentam doutrinas mediúnicas? Enquanto tivermos ego, não! Porque nós atrairemos para nossas casas, nossa vida pessoal a mesma coisa que eles atraem. Se estivermos definitivamente trabalhando sobre nós teremos as defesas naturais para isso. Em outras oportunidades mencionamos que a maior defesa e proteção que um estudante de Gnose tem são sua castidade e santidade. Pratique a santidade crescente e a conduta reta. Pratique a castidade começando pela mente e assim terás tua proteção e poderá conviver com todos expressando tolerância, compaixão, compreensão, bondade. E quando te tornares o exemplo, o protótipo do gnóstico, aí sim essas pessoas poderão se aproximar de você e eventualmente renunciar a essas doutrinas e ingressarem nessa doutrina luminosa.


O texto acima é cópia integral, (modificada a pontuação e feitas algumas alterações para dar o formato de texto), de uma conferência ditada por Karl Bunn, presidente da Igreja Gnóstica do Brasil – realizada ao vivo dia 26.06.2007, por intermédio do programa Paltalk, via Internet. Equipe: Transcrição de texto: Mariana Cunha. Revisada e ampliada pelo autor.

Para baixar e ouvir esta conferência veja http://www.gnose.org.br/conteudo.asp?id=56&texto=5601&tipomenu=h



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